sábado, 31 de maio de 2014

JESUS É EXPULSO DE NAZARÉ





Depois que Jesus esteve no deserto voltou à Galileia. E, ensinava nos Templos e por todos era admirado (Lucas 4. 14-15).

Os Templos eram vinculados à religião Hebraica onde se ensinavam o Antigo Testamento das Escrituras sagradas, tal qual as Igrejas da época de hoje. Geralmente as reuniões nesses Templos religiosos eram realizadas no sábado, e era permitido a palavra a qualquer pessoa que se mostrasse capaz de ler e interpretar as Escrituras, dentro do conservadorismo das tradições do Antigo Testamento.

E Jesus dirigiu-se a Nazaré sua terra de infância, e num sábado visitou um Templo, e foi-lhe dado os escritos do profeta Isaías, e abrindo o livro casualmente caiu na parte que se referia à vinda do Messias, e leu:

O Espirito do Senhor está sobre mim, pois que me ungiu para dar as boas novas aos excluídos; enviou-me a curar os decaídos de coração; a apregoar a liberdade aos cativos; a dar vistas aos cegos; a por em liberdade os oprimidos; a anunciar o tempo aceitável ao Senhor".

E encerrando a leitura. Então Jesus começou a esclarecer o que havia lido: Hoje se cumpriu esta escritura em vossos ouvidos... E ilustrou com comparações elucidativas a obra missionária do Messias, tomando como essência de suas explanações as profecias, e fazendo junção à sua pessoa.

Os conservadores das tradições de Moisés ficaram irritados e partiram com ímpeto para cima de Jesus, e o seguraram com rigor, e o expulsaram do seu meio, e o levaram até o cume de um monte que ficava nas proximidades da cidade, para precipitarem o corpo de Jesus no despenhadeiro. E, Jesus passou no meio deles e retirou-se.
    Comentários: a religião Hebraica era conservadora rigorosa das tradições de Moisés, e segundo o livro de Levítico 24. 10-23 no Antigo Testamento, era considerado "pena do pecado da blasfêmia", cuja a penalidade era morte por apedrejamento. Por isso não era aceito qualquer interpretação de inovação que fosse elucidada com ideias mais atualizadas, e Jesus naquele discurso estava se considerando o Messias. E qualquer pessoa que fizesse alguma análise no sentido de renovação pagaria essa atitude com a própria vida: era condenada à pena de morte por apedrejamento; ou, mesmo com métodos que eram normais nessa época, que era o ato de precipitar uma pessoa de cima do pico de um monte à baixo, para que esse indivíduo morresse ao se chocar de encontro às pedras pontiagudas. 

Como Jesus conseguiu se desvencilhar de uma multidão embravecida e sair ileso?

    Não nos esqueçamos de que Jesus estava revestido do Poder de Deus (João 10. 17-18); e ainda não era chegado o seu momento: o da sua morte humana. 


Nota: vários povos da antiguidade usavam essas práticas de precipitarem pessoas de pontos mais altos de um monte abaixo. Exs: Os romanos precipitavam crianças que nasciam com deficiência, pois segundo os romanos essas crianças não tinham capacidade para servirem as legiões dos exércitos romanos. Os espartanos, na Grécia antiga, também empregavam as precipitações de crianças deficientes, pelo mesmo motivo.

                               relato bíblico
                       Lucas 4. 14- 30

VOZ
Q
CLAMA
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quinta-feira, 29 de maio de 2014

OS ESPÍRITOS DO SENHOR



         Saí do Pai e vim ao Mundo; outra vez deixo o Mundo e vou para o Pai (João 16. 28)


Jesus quando saiu das dimensões espirituais de sua glória celeste, no seio imaterial de Deus, para submeter-se à encarnação humana, veio acompanhado de sua potestade de anjos celestiais que o assessorou espiritualmente, de outra dimensão, em toda obra terrestre.


Vereis os Céus abertos e os "anjos de Deus" subirem e descerem sobre o Filho do homem (João 1. 51)

    Nota: os Anjos são Espíritos purificados na luz e amor do Criador, labuta esta que se conquista nas reencarnações crostais dos mundos (planos astrais); e, não estão mais sujeitos às reencarnações planetárias, gozando assim da glória da eternidade nas dimensões superiores da Vida Celestial. Mas, não vivem uma vida em contemplação ociosa, pois trabalham no seio da existência imaterial na manutenção da obra do Criador em todo Universo, onde presidem a evolução dos seres inteligentes, dos seres viventes, dos seres alienígenas, e todos os seres espirituais das das demais ordens da escala espiritual (Vide O Livro dos Espíritos cap 1, item 113 e, A Gênese cap XI, item 28, obras Allan Kardec). No plano mental da angelitude também existe uma hierarquia celestial de acordo o grau de poder do Anjo perante Deus; porém, o Anjos de Deus são os Espíritos que já estão na plenitude superior dessa escalada espiritual.  

                                     orientação bíblica 
                                       João 1. 51


Voz
Q
Clama
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quarta-feira, 28 de maio de 2014

TENTAÇÃO





         Descreve o Evangelho: depois que Jesus foi batizado às margens do Jordão se dirigiu ao deserto.

      Jesus movido pelo Espírito ao deserto (Mateus 4. 1 a 11), de onde se trasladou em espírito para as regiões etéreas do orbe terráqueo e conferencia com a legião de Espíritos que imperavam nesse astral obstinados no mal e discutindo as ações e reflexos de suas inclinações de mau caráter, e tentando com o chamado do bem conscientizá-los para o programa de Deus que rege a criação em todo Universo, vide (I Pedro 3. 18-20). É bem o diálogo entre: a luz que consome as trevas e liberta os oprimidos pelas coisas nocivas; a vida que vence a morte; o amor que santifica o ódio, e a virtude que renova os viciosos no fluxo do bem.    
      Três pontos fundamentais no desdobramento da tentação são revelações de elevado teor moral: a fome; o orgulho; e egoísmo.

      A fome, miséria social que avassala os povos sempre foi um dos piores males da humanidade. Quantas sociedades na história humana para manterem seus celeiros de alimentação sempre abastados arrasavam civilizações e escravizavam os mais fracos como se fossem animais de cargas. Quantos homens atiram-se desprevenidos somente à cata de mantimentos que lhes faculta a economia farta às vezes até sacrificando o bem de outras pessoas, e quando ocorre o revés na balança dos acontecimentos amaldiçoam o tempo. 

        Clarificando essa tentação Jesus ensina: "nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus". A palavra de Deus, quer dizer: a criatura também se alimentar das leis divinas que regem a Vida espiritual - "o amor divino é um poderoso alimento para o corpo, a alma e coração". E quem se alimenta da vitamina celeste da fé, do amor, da esperança, e da justiça supera os males que afetam o corpo e a mente.

      A tentação do orgulho e vaidade geralmente conduz as pessoas a uma falsa superioridade diante da sociedade, essas criaturas firmam os seus interesses somente na projeção das grandes alturas do personalismo, das paixões, e esquecem-se de abençoar o chão que pisa e que um dia guardará seus restos orgânicos; adoram ser reverenciados, homenageados, ser cultuados, idolatrados e chegam ao cunho de se acharem superiores às demais pessoas. Orientando essa tentação o Mestre elucida: "não tentarás o Senhor teu Deus".

       A humildade são asas libertadoras que elevam a consciência diante da vida superior, na criação universal.

      A tentação do egoísmo e ambição do poder
ela tem profunda relação com o orgulho, geralmente arrasta o ser na busca incessante do poder sobre as massas, de posse de riquezas transitórias, um mundo de coisas a seus pés, do palco da fama, de glórias que a traça e a ferrugem corroem. A criatura olvida a finalidade Divina da Vida e passa a enxergar somente seus interesses próprios, como se o mundo fosse criado exclusivamente para si. E para conseguir seu intento a criatura chega a tentar subverter a ordem do bem geral, às vezes enveredando no charco da corrupção moral, e outras sucumbindo no abismo da criminalidade. Contra essa tentação o Mestre adverte: retira-te satanás! Porque somente a Deus servirás. O propósito de Deus na criação universal: é o bem para todos os seres inteligentes independente de pátria, partido político, raça, cor, status social, religião...

      E servir a Deus em Espírito, quer dizer: a criatura agir com a consciência tranquila no bem geral diante da humanidade (Mateus 5. 16).

C É U S  
                          Abrahão Ribeiro                           

                                   Voz Q Clama
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    Voz do Espírito






JESUS




Jesus é o mediador entre Deus e os Homens (II Timóteo 2. 5)

Jesus é um poderoso espírito cuja perfeição, amor, e saber não podemos igualar aos valores terráqueos, em virtude da natureza de sua hierarquia celestial (Mateus 28. 18)(João 8. 23)(O Consolador/ psicografia Francisco Candido Xavier, questões 282 a 291)

Hoje sabemos através da revelação dos Espíritos que o espírito Jesus, sob a Mente de Deus, presidiu a criação da nebulosa solar (vide a Caminho da Luz psicografia Francisco Candido Xavier, e Universo e Vida psicografia Hernani T. Santanna), confirmando aquilo que o Apóstolo já havia escrito: “No principio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... E o Verbo se fez carne (João 1. 1-14)”.
    A preexistência espiritual de Jesus é, portanto, anterior à criação de nosso sistema planetário (João 17. 5-24) Isto é, antes do nosso mundo ser formado Jesus já existia no seio imaterial de Deus.

Agora, no plano celeste, qual o seu nome antes da sua encarnação humana no planeta Terra?  Sugestão da resposta: O Espírito do Senhor? Adonai? Krhisto? Ou Jeová? Ou Elohim? Ou Mikha'el? 

 O Importante é sabermos que a partir da sua encarnação humana, no planeta Terra, por orientação celestial através do anjo Gabriel, ele passou a ser chamado: “Jesus”

“Jesus”, sob o poder de Deus, é o divino orientador espiritual da humanidade terrestre. E a sua mensagem de amor e exemplificação é o mais elevado código de moral celeste que ilumina a consciência humana e a vida imortal do espírito para os planos superiores da eternidade (vide obra Voltei, psicografia Francisco Cândido Xavier).

                                relato bíblico 
                                João 1. 1-14     
Voz
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terça-feira, 27 de maio de 2014

O JUDAÍSMO AGUARDAVA A REENCARNAÇÃO DE ELIAS




O Judaísmo é considerado a primeira religião monoteísta, e eram conservadores fieis das leis de Moisés e também se orientavam pelas instruções dos Profetas e, preocupados com as pregações de João Batista mandaram de Jerusalém alguns representantes da religião hebraica a fim de investigar a razão da vocação desse novo pregador. Eis o desenrolar desse encontro, e perguntaram a João:

Quem és tu? Por que pregas? E por que Batizas? Queres formar uma nova ordem religiosa?

E João confessou e não negou: “eu não sou o Cristo”. O Cristo era o Messias divino, e que era esperado há séculos segundo os ensinamentos dos Profetas da revelação hebraica.

Então, quem és? És tu Elias? E João então respondeu: “Não sou.” Constatamos nesse diálogo que até o Judaísmo acreditava na reencarnação de Elias, a volta do espírito desse iluminado Profeta à existência material, conforme anúncio de Malaquias 4. 5-6 nas escrituras sagradas. 

És tu, então profeta?

E João replicou: "Não sou profeta"

Quem és? Que dizes de tu mesmo?

Articulou João: eu sou a voz do que clama no deserto, endireitai o caminho do Senhor, como proferiu o profeta Isaías.

Comentários: João Batista apesar de ser uma mente brilhante desde criança (Mateus 11. 11) estava sob o efeito natural que obscurecem integralmente as lembranças de vidas passadas. Não tinha, portanto, a consciência profunda das recordações precisas quando fora o profeta Elias há 900 anos passados. O princípio do esquecimento temporário é uma lei natural vigente em toda a natureza, e que vigora em todos os mundos habitados.

"Todas as almas quando reencarnam na Terra, ou em outros mundos semelhantes, são submetidas, naturalmente, ao princípio do esquecimento temporário das lembranças vivas das encarnações passadas (O Livro dos Espíritos/ Allan Kardec, questões 392 a 399)"

Mas, mesmo apesar do Batista não possuir as lembranças reais na consciência humana quando fora Elias, ele João, intuído pelo Espírito divino que o assistia, teve o que se chama lampejos intuitivos, é como se fossem flash no inconsciente, por isso é que ele esclareceu que Jesus tinha uma preexistência espiritual muito anterior à dele, conforme o Espírito revelou: “aquele que vem após mim, existia antes de mim (João 1. 27-32)”. Muito embora, naquela atual existência, João Batista ser 6 meses mais velho que Jesus, vide relatos da  gravidez - em (Lucas 1. 1-79)
                                     

                             relato bíblico: 
                         
                                       Lucas 1. 19-30 


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domingo, 25 de maio de 2014

O BATISMO DE JESUS




João Batista não tinha a tecnologia da mídia: televisão, rádio, jornais, internet para ser a voz preparando os caminhos do Senhor, na Terra. Não tinha nem mesmo duas túnicas, pois se vestia simplesmente de peles de camelo e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. Mas ele tinha o Poder Espiritual Divino que o orientava e o assistia, e também tinha, bem ali à sua frente nascida do rio Jordão, uma substancia poderosa para o equilíbrio mental das pessoas: Água. A mesma substancia, que no principio de tudo, Deus principiou a vida material no planeta Terra.

Água: toda vida física no planeta Terra veio das águas, conhecido globalmente como o planeta Água. Nos primeiros fundamentos de nosso sistema planetário tudo era caos; mas, o Espírito de Deus se movia sobre as Águas (Genesis 1. 2). O corpo humano é gerado no ventre materno em uma bolsa dágua. Respiramos oxigênio um dos componentes importante da água.

Água tem ação salutar em nossa vida material e espiritual.

Jesus não necessitava passar pelo batismo nas águas para o ato de reflexão e purificação de pecados, pois não havia em sua alma mácula alguma que lhe afligisse a consciência divina. Conscientiza o Espírito Consolador: Jesus Cristo é Espirito puríssimo entre os puros Espíritos do plano celeste.
    Jesus estava se confraternizando naquele ato do batismo - a valorização de um trabalho que estava sendo realizado por João Batista, que Deus tinha enviado à Terra como o preparador da boa nova do Reino, e que iria ficar para sempre gravada na consciência  humana.

João Batista, intuído pelo Espírito divino, estava se esforçando, dedicando o seu tempo junto àquelas comunidades sofredoras e conclamando a todos para os novos tempos de fraternidade que estavam se iniciando com as suas primeiras pregações às margens do rio Jordão, e que norteavam os povos à mudança de atitudes e comportamentos na sociedade, e que lhes ajustavam a vida espiritual nos objetivos celestes (Lucas 3. 10-14).
    Então o Mentor principal daquela nova ordem celestial: Jesus”, que esteve pessoalmente visitando os primeiros trabalhos de desbravamento daquele fiel servidor na obra de Deus: João Batista. Mas, Jesus não ficou apenas na observação ocular, e numa atitude de humildade se manteve na fila para se batizar também, engrandecendo assim a obra missionária de João.
    João com “os olhos do espirito” percebeu a extraordinária aura de luz celestial e pura que circundava Jesus, e relutou executar esse ato e exclamou: eu é que necessito ser batizado por ti, e vens tu a mim? Jesus lhe demonstrando sinceridade e confiança aos Poderes Celestes, lhe respondeu: deixa por agora, assim convém cumprir tudo com justiça.

Assim João batizou a Jesus para que ficasse gravado no tempo e espaço da evolução humana essa conexão espiritual entre o Céu e a Terra, relacionamento amigável entre o Deus e o Homem. E nesse precioso momento os Céus abriram as suas dimensões de luz, e João viu pelos “olhos do espírito”, o Espírito de Deus resplandecente em luz irradiar das alturas do infinito e repousar suavemente sobre a cabeça de Jesus, tal qual uma pomba que pousa com leveza após desferir o seu voo. E nisso outro fenômeno de ordem espiritual acontece, a voz direta dos Céus, que disse: “este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”

Nota: não nos esqueçamos que João Batista via todas aquelas manifestações pelos “olhos do espirito”, tinha o dom espiritual da dupla vista, em outras palavras ele era um médium clarividente, e também ouvia diretamente os Anjos do Senhor, por isso ele deu esses valiosos testemunhos a respeito de Jesus.
     A água na visão espiritual (do livro: Nosso Lar, espírito André Luiz, psicografia Francisco Candido Xavier): Oceano de substancias invisíveis dos mais poderosos para os fluidos de qualquer natureza. Há certos princípios suscetíveis que são captados na luz do sol e no magnetismo espiritual, e que são empregados pela Providencia Divina através da água como um dos principais alimentos para o nosso corpo físico e também para reequilibrar os centros de forças de nossa alma, absorvendo as amarguras, ódios e ansiedades humanas, lavando-lhes o corpo material, a psicosfera mental e a atmosfera intima, refrigerando o fluxo de nossa alma, conforme Salmo 23. 2-3 

      Relatos bíblicos sobre a força restauradora das águas, Segundo Reis 5. 1-14 / João 5. 1-4 / Mateus 10. 40-42 
                                
                                     Mateus 3. 13-17


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sexta-feira, 23 de maio de 2014

PREDESTINAÇÃO BÍBLICA





O Senhor me chamou desde o ventre, desde as entranhas de minha mãe, fez menção do meu nome (Isaías 49. 1)

Antes que eu te formasse no ventre, eu te conheci; e, antes que saísses do útero, te santifiquei e, às nações te dei por profeta (Jeremias 1. 5)

A predestinação sempre foi um princípio bem compreendido entre os Profetas da revelação hebraica, em outras palavras os Profetas não aceitavam o acaso nas coisas de Deus.

Até o apóstolo Paulo que viveu muitos séculos depois dos Profetas também compartilhava este princípio: o da predestinação nos caminhos da alma que cresce para Deus, vide Romanos 8. 28-30 – “porque aos que anteriormente conheceu também os predestinou para serem conforme o perfil do Cristo”

A alma existe antes da geração em o corpo carnal, na Terra; isso se chama preexistência espiritual, que está relacionada à reencarnação da Alma na existência humana. Nos primeiros momentos da gestação é feito a união da alma ao corpo físico. 

Por isso que João Batista, intuído pelo “Espírito divino” que o assistia, afirma categoricamente no seu testemunho diante de Jesus, o Cristo celeste: este é aquele que já existia antes de mim (João 1. 27-30). João se refere à preexistência espiritual do Cristo que é anterior à dele João Batista. Apesar, de Isabel mãe de João Batista naquela encarnação, ter engravidado alguns meses antes do que Maria de Nazaré, mãe de Jesus.

Tomando este princípio como verdade nós vemos em João Batista um ser predestinado às grandes missões, desde o seu nascimento, uma a alma iluminada. Não foi por mero acaso que João Batista fora escolhido, desde o ventre materno, para ser um cooperador direto como mensageiro de Jesus, e com participação comunitária:

 “É chegado o reino dos céus, para todos vós”;

 “E conclui João Batista o seu anúncio em relação à boa nova do Cristo: após mim virá aquele que é muito superior a mim, porque existia antes de mim, cujas sandálias não sou digno de desatar”

O aprendiz de hoje é o sábio de amanhã;
O Santo, um dia, já foi pecador;

A Vida espiritual é um perene crescimento para Deus. E a espécie humana é uma forma que Deus criou para aperfeiçoar os seres espirituais por meio da reencarnação. E a oportunidade destina-se a todos os seres inteligentes, porque toda a carne verá a salvação de Deus (Lucas 3. 6)

Nota: relatos dos Espíritos que demonstram a preexistência da Alma, e todo trabalho que é desenvolvido no Plano Espiritual, e que antecede o nascimento no planeta Terra mostrando os ascendentes espirituais evolutivos que programam a reencarnação, nos livros: Nosso Lar, Os Mensageiros, Missionários da Luz, No Mundo Maior, Obreiros da Vida Eterna, Ação e Reação, Libertação, E a Vida Continua - psicografia Francisco Candido Xavier.

orientação
bíblica
Isaías 49. 1 * Jeremias 1. 5 * Romanos 8. 28-30 * João 1. 27-30    


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