sábado, 19 de novembro de 2016

REENCARNAÇÃO DO PROFETA ELIAS



O testamento pessoal do Cristo confirmado no Evangelho


E se quereis acreditar (nas profecias), este é Elias (o profeta) que estava para retornar... reafirmou Jesus referindo-se a João Batista (Mateus 11, 7 a 15). 

Quanto ao fato verificado na materialização fluídica do espírito Elias, manifestando-se visivelmente na forma e ubiqüidade da encarnação antiga. E, se recentemente vivera a experiência carnal na pessoa humana de João Batista. Pois o próprio Mestre esclarece este caso, de que Elias e João Batista é mesmo ser espiritual, em reencarnações diferentes, conforme testemunho de Jesus em Mateus cap 11 vers 10 a 14.

 Estava-se fechando um cerco terrível de perseguições aos trabalhadores da evangelização primitiva por parte do governador da Judéia, que autorizara a prisão de João Batista e conseqüentemente dias após a sua reclusão à cadeia, ocorre a sua morte por degolamento durante os festejos do natalício de Herodes, vide Mateus cap 14 vers 6 a 12.


E alguns meses depois da morte física de João Batista é que manifesta-se o fenômeno da transfiguração de Jesus, no monte Tabor.

 - Por que, então, no monte Tabor, aparece o perfil do espírito Elias, ao invés de apresentar-se na forma de João, que era a figura mais recente de sua reencarnação?

Nada de sobrenatural!!! E nem derrogação das causas naturais que regem os dois planos de vida: material e espiritual.  Tudo, enfim, se assenta no poder imensurável da Criação de Deus e na grandeza da vida universal. A Ciência humana atualmente estuda o princípio das mutações físico-químicas de algumas bactérias, que apesar de ser a menor forma de vida na Natureza, e encara esses estudos de mudança de formas desses micro-organismos de modo natural. Ampliando-se os horizontes da vida, na dimensão espiritual dos espíritos superiores, como é o caso de Elias/João Batista, O SER tem a faculdade, liberdade, e poder de se transmutar em uma configuração de veste espiritual de suas vidas passadas, e se apresentar nessa forma perfeitamente normal.    

DEUS ESTAVA DANDO MAIS UMA LIÇÃO AOS HUMANOS, DA GRANDEZA DA VIDA, E IMORTALIDADE DA ALMA. POIS PARA DEUS NÃO HÁ IMPOSSÍVEL... TODAS AS COISAS SÃO POSSÍVEIS

As experiências vividas pelo espírito em suas reencarnações não se perdem no tempo; e sim, ficam armazenadas na subconsciência etérea do Ser, que pode naturalmente pela vontade divina e força elástica da mente extrafísica, reassumir as suas lembranças e formas gravadas no espaço de suas existências, sem prejudicar o todo de suas vestes espirituais – o perispírito. Isso ocorre naturalmente com espíritos de grande evolução já lapidados no fluxo das reencarnações.

Além dessas verdades, a Providência Divina estava reservando à humanidade futurista, com a gloriosa transfiguração e materialização espiritual - profundas noções de imortalidade da Alma.

Moisés simbolizava a justiça  –  o decálogo;
Elias representava os profetas do Senhor.

Para Deus não existe o impossível, e para os homens o nada é ignorância de causa e as trevas ausência absoluta de luz. A Terra, na sua imensa trajetória orbital que obedece às leis físicas e espirituais da mecânica celeste, não é apenas uma gigantesca bola a esmo no espaço. E sim, uma grandiosa estrutura de forças vivas delineadas pela Sabedoria de Deus para desenvolvimento dos seres inteligentes que moram na sua superfície material e dimensões etéreas do extrafísico.

Muitos religiosos erram em desconhecerem as Escrituras e o infinito Poder de Deus na Criação universal.

Mas, digo-vos que Elias já veio e não o reconheceram...  Então os discípulos compreenderam que João Batista era o Elias (anunciado pelo profeta Malaquias, há 400 anos antes da era cristã)
(Mateus 17. 1 a 13)    

Esta é a revelação do próprio Cristo, que tinha pleno conhecimento da preexistência daquele Ser quando numa época anterior, em outra geração, há 9 séculos passados vivera no plano físico aquela experiência de Profeta  com o nome de Elias.  E apesar de ser grande diante da vida em valores morais; iluminado já desde o ventre materno conforme narração em Lucas 1. 15; e em relação à humanidade de sua época, século I da era cristã, ser classificado por Jesus mais que um simples profeta. E muito embora possuidor de toda essa grandeza espiritual: não estava à altura de ser considerado o menor no Reino dos Céus (Mateus 11. 1 a 13). Faltou-lhe, portanto, quando vivera aquela missão em tempos passados ter completado a perfeição relativa para ingressar na hierarquia espiritual celeste e participar com perfeição da Natureza dos Anjos.  Pois naquele tempo em que fora Elias cometera uma falta grave que afetara o carma coletivo de muitas criaturas contemporâneas: concordara com a violência exterminando por degolação vários adversários considerados falsos religiosos (I Reis 18. 17 a 40). Conseqüentemente este fato fora determinante na predestinação dos ascendentes do seu renascimento em uma época futura, tendo que passar pelas tribulações que infligira ao próximo – ser também provado por divergências culturais e religiosas (Mateus 14. 1 a 12).  Conscientizou Jesus no Apocalipse 13. 10, o principio causal de ação e reação que rege a existência dos seres espirituais: " se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada; necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos". 

Embora se queira defender a verdade absoluta, isso não justifica as perseguições e violências em nome da crença. Em Jesus nós temos o paradigma do respeito que se deve a todas as culturas religiosas, pois quando fora instigado pelos seus seguidores para que mandasse descer fogo celeste para consumir os adversários, tal qual fez o profeta Elias em existência anterior, os repreendeu esclarecendo que a finalidade evangélica não era de destruição às almas humanas, e sim para resgatá-las do mal, encaminhando-as para o seio espiritual do Pai celeste (vide Lucas 9. 51-56).    

Assim, as reencarnações diversas ocorridas em intervalos seculares nos Mundos materiais, aprimoram o Ser, a mente intelectual do Espírito que crescendo dentro de si mesmo desenvolve a razão angélica: o Espírito Divino, onde homem deve participar desta natureza com o seu Criador. Afirmou o Divino Mestre: O Reino Divino está dentro de vós mesmos (Lucas 17. 20 a 21); Vós sois o templo divino (I Coríntios  3. 16);  E vós sois deuses (João 10. 34 a 35).  Este é o princípio de Cristo ter definido Deus como sendo o nosso Pai Celestial.

 Matéria viva: células concentradas de energias criadoras. E quando o espírito, pelo renascimento, sofre o choque vibratório do esquecimento temporário nas faixas da vida física, forças magnéticas poderosas descortinam na estrutura íntima da alma. Isso é que faz progredir a razão, o intelecto, o Ser...   Evolve a matéria e aperfeiçoa-se intelectualmente o espírito.

          Os seres que viveram os primeiros estágios de uma humanidade primata e selvagem não extinguiram a essência da vida – a Alma num caos total. Apenas através das gerações cada vez mais aperfeiçoadas, essas almas são revestidas naturalmente de novas formas materiais pela força da vida; desenvolvendo o raciocínio, a consciência intelectual e moral.

Eis que envio diante da tua face o meu mensageiro, que preparará diante de ti o teu caminho (Mateus 11. 7 a 10)”

      As grandes missões que impulsionam a evolução moral e intelectual da humanidade são programadas no tempo e espaço da hierarquia superior celeste, isto é, na dimensão imaterial dos Anjos. E Jesus consolida a preexistência e predestinação elucidando trechos das Escrituras sagradas do livro de Malaquias capítulo 3, quando há 4 séculos passados a C., fora intuído através do profeta os acontecimentos espirituais do porvir que renovariam as paisagens religiosas do planeta na época do Messias, - o Cristo divino; e também a preparação dessa obra precedida por um mensageiro espiritual de grande porte: o espírito de Elias redivivo nos fluidos carnais do mundo terrestre na personalidade de precursor da boa nova do Senhor.


Voz Q Clama
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REENCARNAÇÃO, lei da Natureza cósmica




     
           Algumas reflexões positivas para discernimos o raciocínio lógico de causa e efeito que rege a programação da Vida com justiça, sabedoria e amor.
         - Crês em Deus? Ser Supremo que reina sobre toda a Natureza cósmica: material e imaterial, visível e invisível? 
          -  Acreditas que no interior do ser humano exista uma essência indivisível, que denominamos de alma ou espírito? E comanda todos os sentidos e sentimentos, e que sobrevive para além do falecimento dos órgãos físicos?
            Ou, admites que a Vida seja apenas um impulso acidental de forças geradoras, destituídas de racionalidade e organização?
             - Concordas que as leis da Natureza instituídas pelo Criador da Vida, que regem a existência dos seres criados são perfeitas? Expressam Justiça com equidade? Revelam Sabedoria equilibrada com Amor? São Inteligentes e extremamente progressistas? 
         Ou, toda essa Providência inexiste? E tudo seria apenas um mero jogo fortuito de energias do acaso? No qual os seres nascem, crescem, se desenvolvem tal qual um fruto que brota num caule de uma planta qualquer, e depois morrem sem nenhuma ascendência de causa racional que tenha programado racionalmente a existência desses seres inteligentes.
     - A que ordem subordinar as causas das desigualdades intelectuais e morais dos seres humanos, durante o transcorrer das eras terrestres?
       - E como entender os contrastes individuais da personalidade: O amor e o ódio? O bem e o mal? O saber e a ignorância? O instinto selvagem e a espiritualidade angelical? O pecado e a santidade? O vício e a virtude? A saúde e a enfermidade desde o berço? 
              -  Qual a causa lógica da origem dessa fase que designou a existência de povos embrutecidos no conhecimento? E, em virtude do seu pouco desenvolvimento racional, viviam em extrema ignorância intelectual. A Ciência comprova as suas existências primitivas no período paleolítico, analisadas na pré-história terrestre e denominadas como: “povos das cavernas”. 
             -  Para onde foram, após a morte física, aquelas almas que encarnaram naqueles corpos e que vivenciaram a fase das cavernas? Qual a destinação, que finalidade alcançou suas consciências, após aquela experiência primitivamente rude? Sucumbiram no caos da inconsciência total? Ou, continuaram progredindo em novas etapas de programação existencial?
            - Sem a compreensão racional da reencarnação teríamos que admitir a força cega do acaso dirigindo os destinos dos povos humanos. E então civilização moderna, que se beneficia de altos valores tecnológicos e leis civis cada vez mais humanizadas do que as civilizações primitivas estariam desfrutando de privilégios na ordem da Criação? Principio que seria inaceitável com a mais leve noção de Justiça perfectível em Deus. Tudo, enfim, teria se desenvolvido sem nenhuma Providencia organizadora que orientasse os seus destinos? 
    - No entanto, sob a lei natural da reencarnação, como seja das vidas sucessivas, esses povos selvagens revestidos de matéria física e que vivenciaram experiências em eras remotas, acima de qualquer definição - são seres; almas que estão sendo criadas com um objetivo divino: o desenvolvimento da inteligência no aspecto intelectual e moral. Existiram povos das cavernas? Sim; porque essas almas eram pouco desenvolvidas e nasciam nos meios ambientais propícios aos seus adiantamentos, até desabrochar em suas consciências os princípios da civilização. Na verdade, todos nós, coletivamente, é que habitamos nesses corpos das eras das cavernas, em corpos selvagens, em corpos do período da barbárie, em corpos dos tempos medievais, em corpos da era colonial... 
     Hoje, atualmente, de novo nossas almas foram submetidas pela Providência do Criador à lei natural do renascimento/reencarnação para reviver outras experiências mais civilizadas com o objetivo superior de alcançar a espiritualidade angelical nos sentidos intelectual, moral e aperfeiçoamento para o plano divino. 
            E qual a razão de ainda existirem na Terra almas selvagens, e semi-civilizadas? Existem pelo fato de que Deus, o Criador, jamais deixou de criar e recriar seres.
        - Sob a luz educadora da reencarnação da alma, no cenário da existência terrestre, abre-se perspectiva grandiosa de oferecer aos seres diversas fases de aprendizado ou provas, com a finalidade das criaturas alcançarem a perfeição, que os dirige com justiça, sabedoria e amor para o plano divino. Nesta grandeza, o que representaria 100 anos de provas no mundo terrestre em se comparando com a glória da vida eterna? Sem o elo da reencarnação isto é, das vidas sucessivas que o ser espiritual atravessa nos Mundos materiais com o objetivo de conseguir o aperfeiçoamento mental para a Vida celestial, jamais compreenderíamos a Justiça Divina que governa os Céus, com sabedoria e onipotência.
     Nestes raciocínios lógicos estudamos a reencarnação sob os aspectos da filosofia, da ciência, da justiça, da religião, e da revelação à luz e racionalidade dos ensinamentos da Bíblia sagrada.
Reencarnação na Bíblia 
Abrahão Ribeiro
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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

LOUVOR EM ESPÍRITO - Além do Plano Carnal


Prece de Cáritas

Deus, nosso Pai, que sois todo poder e bondade, daí força àqueles que passam pela provação, daí luz àquele que procura a verdade, ponde no coração do homem a compaixão e a caridade.

Deus! Daí ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente o repouso.

Pai! Daí ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, à criança o guia, ao órfão o pai.

Senhor! Que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criastes.

Piedade, Senhor! Para aqueles que não vos conhecem, esperança para aqueles que sofrem. Que a vossa bondade permita aos Espíritos consoladores espalharem por toda parte a paz, a esperança e a fé.

Deus! Um raio, uma faísca de vosso amor pode abrasar a Terra inteira; deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita, e todas as lagrimas secarão, todas as dores se acalmarão.

Um só coração, um só pensamento subirá até vós, como um grito de reconhecimento e de amor.

Como Moisés sobre montanha, nós vos esperamos com os braços abertos, oh! Bondade, oh! Beleza! oh! Perfeição, e queremos de alguma sorte merecer a vossa misericórdia.

Deus! Dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até vós; dai-nos o amor puro; dai-nos a fé e razão; dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a Vossa santa imagem.



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sábado, 15 de outubro de 2016

DIVINA PRESENÇA





       Pergunta-se:

     São muitos os espíritos em evolução no plano material, ou nas dimensões espirituais mais próximas ao planeta, que já viram o Cristo, sentindo a glória de sua presença divina?
       Resposta:

  Todas as comunidades dos espíritos encarnados no plano terráqueo, ou nas dimensões de labor espiritual mais ligada ao planeta sentem a sagrada influencia do Cristo, através da assistência de seus mensageiros angelicais; todavia, pouquíssimos alcançaram a força mental indispensável para contemplação do Mestre no seu plano divino.

Questão 289 “O Consolador” (espírito Emmanuel, psicografia Francisco Candido Xavier)

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sábado, 18 de junho de 2016

REENCARNAÇÃO, NASCER DE NOVO






O mistério da vida revelado

“Abrirei em parábolas a minha boca, e publicarei mistérios ocultos desde a fundação do mundo...   (Mateus 13.  35)”  

Jesus, o sublime mensageiro da verdade eterna, desceu das dimensões superiores do cosmo celeste às sombras da Terra para iluminar os caminhos humanos dentro das causas divinas que regem a vida no concerto cósmico. Da manjedoura ao calvário, o Divino Mestre ensinou e vivenciou princípios que elevam o Ser espiritual ao convívio direto com o Pai Celestial, jamais endossou dogmas das organizações religiosas que escravizam as criaturas em tradições do culto externo, desfazendo idolatrias que cultuam a Deus na figuração material localizada das produções, esculturas e dogmas propriamente humanos (João 4.  20-21).

Jesus, então, demonstra que Deus é Espírito. E, por ser Espírito é a verdade e vida a que sustenta toda criação universal. E como Espírito, somente em espírito importa ser reverenciado de verdade (João 4. 23-24), ou seja: no templo vivo de nossa consciência; nas entranhas do nosso coração e em todos os momentos de nossa existência.
    Somente assim poderemos estar habilitados para unir-nos definitivamente ao universo supremo da vida eterna em Deus.  Mas, até alcançarmos a excelência da pureza ou, santificação do espírito para contemplarmos a Deus no seu todo universal (João 17. 22-23), seremos submetidos pela Providência Celeste ao crescimento educativo através de diversas existências físicas nos mundos materiais do infinito.  

     

Perante Jesus – divino educador da alma humana, um certo doutor em teologia das Escrituras sagradas do Velho Testamento e que se chamava Nicodemos, e que tinha anseios de saber os mistérios da vida celestial que se desdobra no Universo, ouviu naquela noite solene a confirmação real sobre os nascimentos sucessivos do Ser por meio dos elementos da natureza Água e Espírito a fim de ter a condição necessária de poder entrar nas dimensões puras do Reino Celeste e Divino (João 3. 1 a 12). 

A perplexidade daquele doutor em: “como isso seria possível?!

Mereceu com sensatez a advertência construtiva do Cristo: “Tu és mestre em Israel e ignoras estes princípios?

Por que Cristo fizera essa observação a Nicodemos, chamando-lhe a atenção do seu desconhecimento, sobre a necessidade de renascer de novo?

Nicodemos além de doutor em religião ministrava altas funções sacerdotais na corte eclesiástica no Grande Templo de Jerusalém - o Sinédrio (fato este que lhe dava o título de príncipe entre os judeus), e no seio da crença farisaica era comum acreditar-se também na imortalidade da alma.

O Divino Mestre Jesus estava apenas chamando a atenção de outro mestre - o israelita, para que ele tomasse conhecimento dos ensinamentos que JÁ eram compreendidos por diversos mentores de várias religiões da antiguidade (vedismo, bramanismo, hinduísmo, budismo, esoterismo, essênios e cabalas) e que constavam no livro sagrado da maioria das civilizações primitivas: hebreus, egípcios, caldeus, persas, gregos, chineses, hindus...

“Vidas passadas, preexistência do ser, transmigração da alma, palingênese, ressurreição na carne, reencarnação, sintetizando o nascer de novo...” Já eram ensinamentos ministrados por vários mestres da espiritualidade antes da era cristã”.  

 A palingênese (termo grego – palin: de novo e gênesis: nascimento), isto é, o ser (espírito) passar pela série de renascimentos possíveis através da matéria orgânica (água), até alcançar a perfeição espiritual para poder ingressar no plano de consciência celeste mais elevado – o reino divino.

Nicodemos estava pasmo: como o homem poderia voltar e renascer outra vez? 

Jesus esclarece as suas dúvidas: Não é o homem que renasce e sim o Ser, através da matéria e do espírito. Haja visto o termo Água nos tempos da antiguidade designar o elemento básico da natureza material. Logo, o homem com a sua morte corporal deixa de existir fisicamente, mas a sua consciência espiritual permanece e em forma de energia sobrevive no plano extrafísico. E assim, no espaço e tempo da evolução humana a alma ou espírito é que renasce na existência física em outras gerações para um novo aprendizado. 

       Jesus, então cientifica um novo nascimento como uma lei natural de aperfeiçoamento moral e intelectual necessária a todos que almejam o ingresso definitivo no mais alto estado de consciência cósmica – o reino celeste, quando define: Aquele que não nascer de novo...  E, necessário é que renasças novamente para entrardes no Reino Divino.

Ainda hoje, como ontem, diversos doutores em teologia, sacerdotes de variados credos, pastores de almas, todos são eloquentes em querer negar o princípio natural de Justiça Divina – a reencarnação; e pontificam de suas cátedras: “ou alma vai para o céu, ou toma direto o caminho sem retorno e para sempre do inferno”. 
      Muitos louvam a sabedoria divina e se perdem em idéias infantis quando querem elucidar os problemas da dor, do destino e da evolução colocando o Ser sob o efeito inconsequente do acaso. Outros pregam que Deus é amor, luz e justiça com equidade; mas sem entenderem as causas supremas como Deus age na natureza, interpretam tudo sistematicamente pelos dogmas do mal.

Por mais inteligente que o homem seja, ele detém conhecimentos restritos e limitados em relação às Leis físicas e espirituais que movimentam a existência na Terra. E o que representa o nosso planeta no todo universal? Semelhantemente a uma gota d’água diante da imensidão dos oceanos; por isso em se tratando de coisas exclusivamente terrestre muitos têm dificuldades em compreender, como é que acreditarão se assunto verte para o infinito da sabedoria celestial? - Como admitir a imortalidade da alma sem o elo das existências sucessivas no plano material como meta de crescimento para Deus!  Com a natureza aprendemos lições simples e inteligentes de continuidade plena da vida, o germe da semente morre e logo renasce em bela planta.

E assim como o vento assopra fluidificando a oxigenação ambiental (nesta comparação em João 3. 8 Jesus revela que para o espírito não há limites de tempo  e espaço, pois é um ser imaterial que pode submeter-se aos renascimentos sucessivos na matéria orgânica até mesmo em outros planos astrais da infinita criação divina). Assim o espírito também se renova para a vida eterna e, com a permissão da Providência Divina se move no extrafísico, e em forma de energia é acoplado no ventre sagrado da Mulher para a geração da vida física e evolução da espécie humana que se funde através de células extraídas do sêmen masculino + óvulo feminino e que tem toda a sua estrutura molecular constituída em substâncias líquidas transmutadas em um seio simples de água, ou seja: a matéria-prima no plano terrestre que forma o organismo físico dos Seres vivos. A Ciência comprova, atualmente, o feto sendo formado no útero em uma bolsa d’água.  

Ao longo dos séculos, interesses materiais diversos têm procurado desviar o sentido moral de alguns dos ensinamentos que Cristo legou através do seu Evangelho aos povos terrestres. Criou-se o sacerdócio organizado em convenções puramente humana, incapaz de discernir a essência universal das palavras do Divino Mestre que tem como objetivo principal libertar, consolar, esclarecer, fraternizar e iluminar a criatura integrando-a na paternidade divina do Criador Celestial, que utiliza o sistema natural da reencarnação, ou renascimentos sucessivos no plano material para: criar, corrigir, educar e aperfeiçoar a consciência espiritual e interior do ser.

      A vida não é obra fortuita do acaso, e sim organização de princípios naturais preestabelecidos por Deus – o Criador, desde a fundação do Universo. E as criaturas não surgem espontaneamente no tempo, porque são idealizadas como seres, dotadas de inteligência... Criadas progressivamente através de nascimentos sucessivos na natureza universal da criação material e espiritual de Deus, até a perfeição plena do espírito imortal.


Voz Q Clama
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terça-feira, 17 de maio de 2016

REENCARNAÇÃO, JESUS COMPROVA






Quando os sacerdotes e levitas perguntaram a João: quem és tu?

E confessou João, respondendo: eu não sou o Cristo.

E questionaram-lhe os sacerdotes: és tu Elias?

Ele respondeu: Não sou.

Então, és tu profeta? E respondeu: Não. (Consultar Bíblia sagrada, em João 1. 19 - 23)


Apesar da missão de João Batista ser considerada pelo próprio Cristo, maior que a dos profetas do Antigo Testamento (Mateus 11. 9). Isto se dava em virtude de que ele (o Batista), era o renascimento de um espírito de grande inteligência e evolução e que estava no limiar da natureza angelical, sofrendo a reencarnação normal na Terra que vigora dentro das leis naturais que regem os Mundos materiais inferiores. Lembremo-nos assim que João Batista, como seja: Elias reencarnado, ainda não havia alcançado a plenitude para integrar-se inteiramente à elevação da vida celestial, não podia ser ainda capacitado nas condições mínimas que é necessário ao Espírito para interagir nas grandezas da vida celestial, como seja, mesmo que fosse um dos menor no reino dos Céus (Mateus 11.11), pois era uma alma ainda vinculada aos compromissos regeneradores da existência terrestre. Por isso o esquecimento das lembranças das reencarnações passadas em sua personalidade era mais que evidente.

Assim ele não tinha total lembrança da sua preexistência espiritual, submetera-se pela Providência Divina ao véu do esquecimento temporário que envolve naturalmente os espíritos que reencarnam na Terra com o objetivo de crescer para a vida celestial. Mas, o Espírito lhe revelara através da vocação que aflora naturalmente do subconsciente preexistencial,
  Ele compreendera as orientações da sua predestinação deliberadas muito antes daquela missão, e nos lampejos dessa intuição, Ele ligava fatos da sua vida pregressa àquela revelação profética de Isaías e Malaquias: Eu sou a voz do que clama no deserto, como disse o profeta Isaías (João 1. 22 a 23 e Mateus 11. 10).
   Era uma referência à existência decorrida anteriormente, isto é, há 9 séculos passados (I Reis 17. 1 a 7), quando vivera como Elias por muitos anos refugiado no deserto da Judeia clamando contra os desvios religiosos dos seus compatriotas e sendo sustentado pelos curvos, tribos nômades que sobreviviam nas encostas do vale Jordão.

E naquela atual existência, ele João Batista era 6 meses mais velho que Jesus; e nessa revelação sentiu a preexistência do seu Espírito antes mesmo daquele renascimento como João Batista, compreendendo também a hierarquia espiritual do Cristo que era muito superior à sua, eis um testemunho deste fato. João Batista testificou de Cristo, dizendo: Este é aquele do qual eu havia anunciado: O que vem depois de mim é muito antes de mim, porque já existia antes de mim.  (João 1. 15 a 34).

Como Jesus existia antes de João Batista?

Se o Batista filho de Zacarias era mais velho que Jesus de Nazaré filho de Maria (vide Lucas 1. 24-26).   

Lógico que nesta passagem João se refere à preexistência do espírito, pois a do Cristo é muitíssimo anterior à do profeta Elias. 

Na verdade, a preexistência do Senhor Jesus como espírito imortal (João 8. 56 a 58)  remonta aos fundamentos e expansão do Cosmo nos planos da eternidade. Verbo divino que presidiu a origem, a gênese material e espiritual de nosso sistema planetário (Colossenses 1. 15 a 16), sendo eleito pelo Senhor da Vida e do Universo para guiar a humanidade terrestre à perfeição plena na ordem dos Céus (Mateus 28. 18) (João 8. 12  e  17. 4 a 20).

Concluindo, entre a palavra de João Batista desconhecendo aos questionadores o principio causal, se ele era realmente Elias? Ou se era profeta? E que ele não tinha nem mesmo consciência intuitiva que era muito mais que um profeta. E a palavra imorredoura de Jesus que afirmou categoricamente aos povos que João era o Elias predestinado pelo profeta Malaquias, vide cap 4 vers 5 e, em Mateus cap. 11 vers 12 e também em Mateus 17. 12 a 13. 

Qual a palavra que tem mais autoridade moral para confirmar essas grandes verdades da vida imortal? A de João Batista? Ou, a palavra do Cristo de Deus?

João Batista estava sob o efeito natural que se submetem os seres na programação existencial e que obscurecem as lembranças de vidas pregressas.
      Enquanto Jesus, espírito puríssimo na ordem celeste estava revestido dos poderes que prevalecem sobre a matéria e também diante do espírito.

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