terça-feira, 23 de outubro de 2012

ESPIRITUALIDADE - Além do Plano Carnal



dons espirituais 
     E há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; E há diversidade de ministérios (missões), mas o Senhor é o mesmo; E há diversidade de atuações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.

       A manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil e edificante:

       Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria;

     A outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência, conhecimento espiritual;

A outro o influxo da fé;


          E a outro, os dons de curar enfermidades do corpo e da alma;

            E outro operações de fenômenos;

     E a outro a profecia, ensinamentos edificantes;

    E a outro o dom de discernir os espíritos (consciências espirituais). Assimilar o nível moral de ensinamentos no plano consciencial; sentir a frequência energética. Se o espírito é impuro a vibração é repulsiva; se o espírito é arrogante e orgulhoso o nível de energia é conturbada; se o espírito é irradiante de luz e amor, a aura é pura, salutar, benéfica, agradável.

       E ainda a outro a variedade de línguas (falar em linguagens diversas e estrangeiras à sua pátria natal anunciando a boa nova de Jesus); e a outro a interpretação das línguas – o dom capaz de conhecer e interpretar essa linguagem.

        Orientações do apóstolo Paulo (I Coríntios  12. 1 a 11) Bíblia sagrada

 
  Os espíritos puros de natureza celestial estão integrados aos objetivos conscienciais com o Pai da Criação Celestial, e todos os seus desejos e ações refletem o bem, o belo, e impulsionam o progresso da Vida, interação e harmonia do Cosmos.



“Não acrediteis em todo e qualquer espírito. Mas, provai se os Espíritos estão a serviço de Deus.” (Orientações apóstolo João, primeira epístola de João 4. 1 – Bíblia sagrada)
Além do Plano Carnal 
Abrahão Ribeiro
Voz Q Clama
Intensivo Difusão Espiritualidade Evangélica – I D E
Voz do Espírito
    


domingo, 14 de outubro de 2012

VIRTUDES CELESTES - Além do Plano Carnal








Com Jesus, armemo-nos:



Do capacete da fé e esperança;

Da armadura dos bons sentimentos;

Da couraça da sabedoria e dos dons perfeitos;

Da espada do bem, do amor, da paz, e da Justiça;

Do combustível da perseverança em coisas boas;

E calçado no ideal na busca do caminho para o seio de Deus.


 Além do Plano Carnal
 Abrahão Ribeiro

Voz Q Clama
Intensivo Difusão Espiritualidade Evangélica – I D E
    Voz do Espírito
http://voz-doespirito.blogspot.com.br/





domingo, 7 de outubro de 2012

A LUZ DO MUNDO - Além do Plano Carnal





     Jesus integra a suprema comunidade celeste de consciências espirituais que, sob o influxo da Mente de Deus regem, no Cosmos, os sistemas planetários e suas humanidades.
     Para a humanidade terrestre: Jesus é o mais elevado ser consciencial (preposto) de Deus, o Criador. Diretor celeste do orbe terráqueo e suas extrafísicas dimensões de vida espiritual, conduzindo os seres espirituais que habitam no astral terrestre ao aperfeiçoamento intelectual, moral e integração interior com o reino divino (estado consciencial de espiritualidade superior).
    - Muitos divulgaram princípios religiosos com a espada em punho ceifando vidas inocentes, mas essa atitude não tem reciprocidade na consciência lúcida cristã que conscientiza: “aquele que matar através da espada, necessário é que à espada seja morto; e quem leva em cativeiro, em cativeiro também irá, vide Apocalipse 13. 10”  - É a síntese da lei de ação e reação que condiciona o carma individual e coletivo, que sublima a paciência e eleva a fé que santifica. 
        Eis a razão porque Jesus sacrificou-se com a morte na cruz, proclamando suas ideias libertadoras de amor e paz sem vínculos com a violência. 
     - Muitos formaram filosofias de vida com meditação isolada e sem ação útil nas camadas sociais. Jesus comprovou a presença de Deus atuando no meio da comunidade pobre e servindo aos mais humildes na iluminação moral de suas dores.
     - Muitos cobram contribuições para ensinar princípios libertadores de crenças e querem fixar o habitat do Criador em templos de pedras isento de obras úteis à humanidade. Jesus revela que Deus é Pai Criador. E a luz divina se projeta na mente do homem, refletindo ações do bem para a glória da vida imortal, vide Mateus 5. 16.
      - Outros estipulam expressivas taxas em cursos para mostrar resumo de siglas e verbetes para a projeção consciencial, como se o desenvolvimento mental fosse um mero esporte radical sem finalidade espiritual com os sentidos Divinos que regem a Vida dos seres espirituais. Jesus dava de graça o que pela graça da sua conduta nobre ele havia recebido do Pai - os dons do espírito para servir com amor ao próximo.

      Consolidando: Moral do Divino Mestre Jesus simplesmente é a Luz do Mundo;

         O caminho que conduz com segurança a criatura ao seio do Criador do Universo;

       A verdade que liberta a alma de sucumbir nas expiações de sofrimentos intensos;

    O sol de vida que ilumina a consciência aos planos superiores da felicidade celeste.

       Recordando princípios da moral do Cristo celeste:

      Amor a Deus - o Criador, com a força da alma, de todo coração, de todo entendimento;

        Amor ao próximo como a si mesmo;

     Segurança em ti mesmo e fé no Poder Divino que te sustenta;

        Não articular o mal para as pessoas nem por pensamentos, palavras, ou atitudes... Mas, realizar o bem sem cessar;

       Perdoar sem restrições: mágoas, ofensas morais, ações maldosas do próximo; No mesmo raciocínio como esperamos que Deus perdoe as nossas infrações diante da Vida, em síntese: Pai Celeste! Perdoai os nossos pecados, assim como perdoamos as faltas que os nossos ofensores cometem contra a nossa consciência;

    Orar com confiança, ou seja: buscar conexão com Plano Divino sem descanso; abençoar as adversidades; refletir bons pensamentos e atitudes saudáveis às pessoas com as quais não temos harmonia e nem afinidades pessoais simpáticas;
     No Plano Divino serás analisado pelas obras do bem que realizares na vida;

  Se a recompensa pelo bem que semeares não acontecer no plano terrestre, com certeza, realizar-se-á nos planos celestes da vida superior;

   Acreditar na imortalidade da alma e buscar sempre os seus tesouros imperecíveis;

 Confiar na assistência invisível dos poderes de Deus através de suas potencias angélicas;
     Procurar desenvolver o Reino Divino no coração e esperar trabalhando com fé: a felicidade de viver nas muitas moradas astrais de nível superior que integram a casa universal de Nosso Pai Celestial.

Além do Plano  Carnal
 Abrahão Ribeiro
Voz Q Clama
Intensivo Difusão Espiritualidade Evangélica – I D E
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  vide comentário abaixo

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

DESPERTAMENTO - Além do Plano Carnal






   Realiza-se intenso trabalho de regeneração do astral terrestre a fim de que o mesmo se eleve na hierarquia dos planos astrais habitados no Cosmo, e desenvolvem-se na dimensão extrafísica ações de assistência através do amparo moral do Cristo e suas potencias angélicas.
      Os ensinamentos de Jesus operam como uma fonte viva de despertamento espiritual que orienta moralmente a criatura de auto-erguer-se e buscar os esforços interiores de elevação da consciência para vencer os abismos perturbadores extensivos aos sofrimentos humanos..

   Em Jesus nós temos o modelo perfeito de como enquadrar a nossa existência dentro da orientação celeste que conduz com segurança e objetividade de despertar a racionalidade universal do Ser: “o estado divino de espiritualidade na consciência do ser”.

  Certamente muitos contraditores irão questionar: E se não pautarmos a nossa consciência nos padrões da moral do Cristo?
     Temos perfeitamente o livre-arbítrio de fazer de nossa consciência o que bem desejar. Agora uma coisa é certa, se não pudermos ajudar, que pelos menos não atrapalhemos destruindo as esperanças das pessoas de boa fé; porque a luz e vida, e é irradiação de Deus. E as trevas são escuridão do raciocínio, e levam aos abismos de sofrimentos expiatórios.
                          
        Se não temos ainda a consciência cristã saibamos que não podemos agir irracionalmente, tenhamos pelo menos uma crença no poder controlador da vida - Deus. Não fazer o mal já e um principio do bem. Um dia certamente despertaremos para a “Luz Divina”, e queira Jesus não haja arrependimento amargo pelo tempo gasto em energias conturbadas.
   Todos os grandes mestres religiosos e que difundiram a espiritualidade no passado das civilizações humanas estão também no elevado plano da consciência divina, sob a Luz da orientação do Cristo celeste.

    E agora para aqueles que desconhecem revelamos: Jesus é a consciência divina integrada aos objetivos do Pai Criador desde os primórdios da criação intergaláctica: “Glorifica-me ó Pai!... Com aquela glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse (nosso sistema planetário) João 17. 5 e tbm 17. 24”. 
     Jesus vem trabalhando com o Pai na expansão do Cosmos e dirigindo a evolução espiritual de outras humanidades que vivenciaram experiências no astral de Sirius, no astral de Beta e também de Capella, até a conclusão moral de suas regenerações, consultar noções sugestivas do Mestre Jesus - vide João 10. 16 -  "ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco”.

   As humanidades que habitam nas diferentes moradas de mundos que compõem a grande Casa Universal são solidárias. E Jesus, o verbo encarnado, por sua capacidade mental multiplicou com o Pai essa elevada missão educadora de almas encarnadas no sistema planetário, exatamente no planeta Terra, que é um plano de muitas adversidades e provações: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também (João 5. 17)”. “Saí do Pai, e vim ao mundo, outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai (João 16. 28)”.

    O Criador ao facultar à criatura o livre-arbítrio tinha onisciência que ela estaria sujeita a uma série de desacertos que a faria sofrer na luta do aprimoramento intelectual e moral. Por isso o Plano Divino providencia revelações de ordem espiritual com a finalidade de orientar a consciência sofredora no fluxo contínuo das reencarnações purificadoras.
      Jesus por ser o espírito que vive o amor no mais elevado padrão de fraternidade, foi e é o Ser que Deus achou por bem representá-lo perante as criaturas terráqueas que são bastante imperfeitas.
  
      A encarnação do Cristo no seio de nossa humanidade já estava predeterminada pela Sabedoria Divina desde a fundação do orbe terrestre; "no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... e o Verbo se fez carne e habitou entre nós" (João 1. 1 a 14) 
     Encarnou, portanto, no tempo certo para revelar a mensagem celeste do Pai, não somente no plano mental físico; mas sim à consciência do espírito imortal: "as palavras que eu vos digo são espírito e vida" - João 6. 63
  

    Salutar analisar a elevada renúncia de Jesus perante os religiosos e políticos de sua época, tendo sofrido um calvário injusto e não fugiu de seu drama por que tinha consciência do efeito moral de sua missão: que era irradiar o amor, a fraternidade, o perdão, a Luz da caridade moral e convocar consciências pervertidas nas trilhas do mal ao arrependimento de seus pecados (reflexo negativo do carma na consciência).
        Durante a sua missão não somente o acompanhavam consciências no físico, mas muito mais no extrafísico, ouvindo e aprendendo ensinamentos imortais de despertamento para a vida celestial, vide assistência fraternal ao gadareno que era influenciado sutilmente por entidades espirituais perturbadoras, confirmar relato no evangelho de Lucas, capitulo 8. 26 a 39.


    E nos momentos que antecede o sublime sacrifício, todos são reunidos diante do calvário para análise daquela prova de amor que o Divino Mestre ia exemplificar para toda humanidade, ali não somente estavam presentes consciências encarnadas, mas em quantidade superior, no extrafísico, a dimensão espiritual das comunidades terráqueas que vagavam em trevas, vide epístola 1 Pedro 4. 18 a 20 e 1 Pedro 4. 6  na Bíblia sagrada. Por isso que, muitos de nós outros, temos impressões sutis no inconsciente coletivo de sermos partícipes do drama do calvário.

   Jesus com uma palavra poderia ter confundido Pilatos e alterado a história do cristianismo, evitando assim o episódio de ser condenado como um malfeitor vulgar.
     Jesus poderia ter chamado o auxilio de suas potestades angélicas que o arrebatariam invisivelmente daquele cenário de provas, e escapado ileso sem sofrer a humilhação do calvário, vide Mateus 26. 47 a 56 - "Posso orar a meu Pai, e Ele me daria mais de doze legiões de anjos para resgatar-me deste calvário. Como, pois, se cumpririam as Escrituras? - Que anunciam, que assim convém que aconteça. Não o fez porque a fuga dos compromissos com o Pai Celeste, não estava na rota de sua programação existencial rica em exemplos edificantes para toda humanidade.

      O principio de sua moral era ensinar com atitudes saudáveis a espíritos pervertidos nos limos das reencarnações sofredoras: o caminho da ressurreição gloriosa para Luz Divina de suas consciências eternas. Consciências transmigradas de outros planos astrais com carma corrompido no curso das eras tiveram no desfecho final do Gólgota: o sentimento do arrependimento de suas delinquências, transgressões e pecados de vidas nas reencarnações planetárias e a força moral capaz para se espelharem convertendo-se, no curso da evolução, ao infinito bem.

Além do Plano Carnal  
Abrahão Ribeiro 

Voz Q Clama
Intensivo Difusão Espiritualidade Evangélica – I D E
    Voz do Espírito