terça-feira, 26 de agosto de 2014

TESOUROS NO CÉU






“Ajuntai tesouros no Céu...” (Mateus 6. 20)

O objetivo primeiro de toda pessoa consciente na imortalidade do espírito, e consequentemente na transitoriedade da existência carnal, deve ser a busca incessante do desenvolvimento nas virtudes celestes.
   Pois essas virtudes representam para o ser espiritual os tesouros indestrutíveis que adornam as belezas da alma para os planos da vida superior nos Céus, lhe proporcionando na consciência a felicidade interior do dever cumprido com excelência.

Assim como as virtudes acumulam níveis crescentes de felicidade interior no âmago do ser.
   O oposto, que são os vícios e vicissitudes acarretam desgostos e sofrimentos à consciência espiritual; e, desta forma alongando ao espírito as provações purgatórias.

Eis a razão de Jesus valorizar na sua boa nova, que o seu seguidor ajuntasse os tesouros para a vida celestial, porque somente no celestial encontraremos a felicidade perene, que fortalece a personalidade para o infinito.
    Pois onde estiver o foco e atenção na vontade do ser, ali centralizará também as emoções, climatizando os sentimentos, e alimentando o coração, que é a máquina que faz pulsar o existir da criatura - porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração (Mateus 6. 21).

                           relato bíblico
                          João 6. 20-22

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domingo, 10 de agosto de 2014

CÉU, VIDA SUPERIOR





“Ninguém subiu ao Céu, senão aquele que desceu do Céu, o Filho do homem que está no Céu” (João 3. 13)

Céu: núcleo infinito da eterna Vida espiritual superior radiante em luz nas dimensões imateriais do Cosmos; planos siderais de grandezas onde reina o amor, a paz, a harmonia, a felicidade perene, as virtudes do belo que completam o ser espiritual em Deus, como filho imortal do Pai Celestial.

Jesus está cientificando que ninguém no planeta Terra tinha subido a esse Céu, esse plano celestial da vida superior. A não ser, o Filho do homem que já tinha a sua origem celestial.

Por que ninguém, até à época da passagem do Cristo no planeta Terra, ainda não havia subido ao “Céu de Luz" - Mundos espirituais em luz resplandecentes?

Conscientizemo-nos que, conforme orientação de Jesus: existem muitas moradas na Casa do Pai Celestial.” Essas moradas celestiais “astrais” se classificam nas mais diferentes grandezas e belezas, o próprio planeta Terra é uma morada - habitat de espíritos em evolução; mas, ainda de natureza primária, e muitíssimo inferior a outras tantas e diversas moradas existentes de graus mais adiantados, no contexto cósmico.
     E para o espírito alcançar a plenitude de entrar e participar das grandezas no Céu de Luz, onde reina a Vida de natureza superior, o ser espiritual tem que submeter-se aos nascimentos (encarnações) de natureza elevada, no seio das estrelas de primeira grandeza. E, aí sim, a consciência espiritual terá o despertamento em si mesmo de integrar-se a esses planos mentais em luz divina, no meio do Cosmos - no seio das estrelas. 

Essa integração é que Jesus veio anunciar à consciência humana, para todos participar naturalmente dessas infinitas belezas celestiais, como Filhos de Deus.
     E com Jesus, uma nova era estava se iniciando à consciência humana – a vida eterna radiante de felicidade nos planos celestiais da criação de Deus.
    Diz um ditado científico: “A Natureza não dá saltos”. Grande verdade! O espírito, no reino humano, não pode de um salto  trespassar da existência humana diretamente ao reino celestial, no seio das estrelas de primeira grandeza.
   Expandindo o conhecimento da hierarquia espiritual lemos no evangelho do apóstolo Mateus capítulo 20. 20 a 23 - quando a esposa de Zebedeu aproximando-se de Jesus lhe pediu com insistência que o Mestre permitisse que os seus filhos, (que também faziam parte dentre o grupo dos 12 apóstolos de Jesus), se assentassem paralelamente com Ele no mesmo plano de luz, no seu reino celestial.
    Apesar da boa intenção materna dessa seguidora de Jesus, o Mestre lhe respondeu com sinceridade que ela não tinha noção do que estava pedindo, isto porque somente o Pai Celeste, autor da Criação, era quem concedia tal merecimento.

       Assim como os habitantes da selva, por exemplo, não vai entender todo complexo estrutural de uma vida social nas grandes cidades consideradas tops da civilização terrestre, do mesmo modo a consciência espiritual sente as suas limitações ante o ilimitado celestial, pois muito mais mistérios de grandezas a vida espiritual reserva à consciência espiritual humana, que necessita subir gradativamente os degraus da vida espiritual, até o infinito.
   Primeiramente: a consciência espiritual vivencia as experiências primeiras (primárias) nos mundos tais como o planeta Terra, depois subindo o nível de conhecimentos nos mundos nível médio semelhante a Saturno, e elevando-se nos mundos superiores como Júpiter e, finalmente sublimando-se no seio das estrelas de primeira grandeza ( vide Obreiros da Vida Eterna, capítulo 3, obra psicografada por Francisco Cândido Xavier, espírito André Luiz).
   Portanto, o espírito tem que crescer (desenvolver-se em saber e amor) dentro de si mesmo, sendo necessário passar pela ordem sucessiva/série dos renascimentos progressivos da consciência nos planos astrais, isto é encarnações até alcançar essa natureza celestial da vida eterna e superior em Deus.
Nota: Nosso Lar, cidade espiritual no plano extrafísico que abriga centenas de milhares de espíritos em evolução para a Vida Superior; no entanto, somente dois dos seus ilustres habitantes que desempenham hierarquias de direção nessa colonia já conseguiram ver Jesus nas dimensões espirituais superiores em luz resplandecentes, vide obra Nosso Lar, capítulo 32 psicografia Francisco Cândido Xavier, espírito Andre Luiz. 

                             relato bíblico
                              João 3. 13-21

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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

REENCARNAÇÃO: LEI NATURAL




Necessário vos é nascer de novo (João 3. 7)


Jesus, no seu diálogo com Nicodemos sob o princípio dos nascimentos sucessivos do espírito nos fluidos orgânicos na existência material, foi tão real que ressalvou: "não te maravilhes", ou seja, não te surpreendas com este ensinamento porque necessário vos é nascer de novo”, em virtude de ser uma lei natural que vige em toda Criação e se cumpre em toda vida universal. Não depende do homem, não depende da religião, e nem da Ciência.
     A reencarnação é lei natural da Criação de Deus que rege as existências dos seres inteligentes, na qual os seres viventes independentemente de raça, cor, fama, berço, status social, religião e nível intelectual, todos sem exceção alguma, estariam sim, sob o influxo de causas e princípios naturais – a ordem contínua e sucessiva que rege com Justiça e equidade o desenvolver da vida em todos os planos da Criação.

“O vento assopra onde quer ouves a sua voz, mas não sabes donde vem nem para onde vai, assim é todo aquele que é nascido do espírito”. Jesus fez uma comparação do espírito com o vento no seio da Natureza, que sentimos os seus efeitos, porém não vemos de onde veio e nem o seu destino para onde vai na ordem de oxigenar o meio ambiente.
    Todos os espíritos são criados simples e ignorantes, as primeiras idades espirituais da alma encarnada num corpo carnal assemelham-se aos povos que viveram na idade da pedra, que têm suas existências dependente inteiramente dos instintos carnais.
    Deus jamais deixou de criar seres espirituais no contexto cósmico. Agora saber qual das estrelas que servem de mundos "estâncias criadoras" para essas finalidades são segredos da Providencia Celeste, o planeta Terra é um educandário criador.
    E assim também como não podemos conhecer em qual das constelações de estrelas de grandezas maiores o espírito faz os seus nascimentos de natureza superior para o plano mental divino, que é o estado de espirito puro no seio imaterial e livre da Criação cósmica.

Claro que Nicodemos ficou bem perplexo com as revelações  da lei natural das vidas progressivas nos planos celestiais, e perguntou: Como pode ser isso?

Jesus ainda chamou a atenção de Nicodemos lembrando que este ensinamento era bem antigo: tu és Mestre em Israel e não sabes isto? Se o assunto ali naquele papo informal não era sob a reencarnação da alma, lei natural das vidas sucessivas que já fora difundido por vários filósofos: Zoroastro, Sócrates, Platão, Pitágoras, Buda, e outros tantos demais Mestres da história dos povos antigos que foram grandes líderes comunitários, antes da passagem do Cristo no planeta Terra - Jesus não faria essa advertência tão contundente a Nicodemos, que era um mestre sócio-religioso vinculado à religião hebraica no Sinédrio de Jerusalém onde interpretava ao povo passagens do Velho Testamento das Escrituras sagradas, e estava desconhecendo princípios básicos de Justiça e perfeição para quem crer na imortalidade da alma. E conclui Jesus o seu ensinamento imortal:

Se vos falei de coisas terrestres e não crestes, como crereis se vos falar das celestiais?

Como já enfatizamos: a reencarnação ela se cumpre tanto no planeta Terra, como em qualquer plano da criação universal, no contexto cósmico. É uma lei natural de ordem celestial, porque se realiza em todos os mundos habitados.
     Os mundos são os planos astrais que servem de moradas aos seres espirituais e são solidários entre si, porque o espírito tanto pode nascer na Terra em corpo orgânico carnal, quanto nascer em outra dimensão cósmica para o engrandecimento da vida celestial.
     Por isso Jesus mais uma vez chamou a atenção de Nicodemos, - "se te falo das leis que regem a natureza terrestre e não me crestes, como me entendereis se te falar das coisas celestiais?"
     O ser espiritual para crescer mentalmente para os Céus da Vida faz o seu aprendizado nos mundos da Criação de Deus, até concluir o seu aperfeiçoamento macro (superior) no intelecto e no moral para integrar-se definitivamente ao plano divino (estado superior de consciência), que é o mesmo sentido de reino divino.

Assim, não fiquemos nós na atualidade, surpresos e nem duvidosos - a obra de Deus é grande! é infinita! é maravilhosa! é perfeitíssima! é cósmica! Pois todas as coisas são possíveis para Deus (Marcos 10. 27).
                            relato bíblico
                                João 3. 7-12

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sábado, 2 de agosto de 2014

ENCARNAÇÕES







“O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito” (João 3. 6)


“Abrirei em parábolas a minha boca e revelarei mistérios ocultos desde a fundação do mundo” Mateus 13-35. Cada citação de Jesus tem um sentido profundo.
    A Vida na Natureza é constituída de planos, ou seja, reinos que é a classificação original dos seres vivos ordenados para se desenvolver em seus planos conscienciais de vidas. Assim temos os reinos: mineral; vegetal; animal constituído pelos animais irracionais, e também o hominal formado pelos seres humanos; o reino espiritual pelos espíritos; o angelical pelos espíritos puros; e o reino divino o mais elevado nível de consciência celestial com Deus, o Criador.

Assim, de acordo as leis físicas e espirituais que regem a Criação de Deus, para um ser vivo interagir dentro de seu reino ele tem que nascer normalmente no plano a que está ordenado a viver.

O homem, na existência humana, não cria o Espírito “a vida”, apenas fornece os elementos fisiológicos hereditários através da procriação para a geração do corpo carnal, o Espírito vem de Deus, por isso Jesus realçou: “o que é nascido da carne é carne, e o que nascido do Espírito é espírito”, porque Deus é Espírito (João 4. 23-24). Nascido na carne existência material, nascido do Espírito vida espiritual.  

A alma ou espirito para fazer a sua progressão para o Reino de Deus principia a sua caminhada no reino humano, nascendo normalmente num corpo carnal humano.
    E, para ingressar no reino angelical que é o último estágio de ascensão ao Reino Divino, ela a alma, vai fazendo os seus nascimentos/encarnações normais de crescimento dentro desses planos mentais da criação de Deus iniciado no reino hominal, depois elevando-se reino espiritual, e desmaterializando no reino angelical e, finalmente integrando-se ao reino divino, desenvolvendo a consciência espiritual até a perfeição superior, alcançando a culminância de espirito puro, adentrando assim a unidade divina com o Pai Celeste, em espírito, no qual passa a viver a vida eterna e feliz no seio imaterial de Deus, onde passa a desempenhar missões de grandeza universal para a harmonia da Vida em todos os planos da Criação de Deus (João 17. 21-23).
                              relato bíblico
                                João 3. 1-3

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

NICODEMOS ENTENDEU QUE JESUS ESTAVA FALANDO DE NOVA EXISTÊNCIA






Nicodemos apesar de ser um homem culto, no seu tempo, ficou surpreso como todo ser humano ficaria; e, atualmente ainda fica ao ouvir falar da lei natural da reencarnação da alma.
    Agora, ouvindo diretamente da boca de Jesus a confirmação desse princípio que já era difundido por várias crenças orientais antigas há séculos antes do Cristo. Assim Nicodemos ficou perplexo ainda mais, e argumentou:

Como pode o homem nascer sendo velho? Porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe e nascer de novo?
   A dúvida de Nicodemos é a mesma das pessoas, na atualidade, que ainda desconhecem que o homem é um ser formado de Matéria, conforme ensina a Ciência; e também constituído de Espíritosegundo analisam os Filósofos da alma.

Matéria: é toda massa formada de átomos e que constituem os corpos físicos na Natureza. O nosso corpo carnal é formado de matéria.

Espírito: energia intelectual, força imaterial de natureza cósmica imperecível no ser humano e que sobrevive à morte carnal.
Espírito (hebraico, rú.ahh)  refere-se a uma força invisível (centelha da vida) que mantém a vida de todas as criaturas viventes.
   Nos tempos de Jesus a matéria primitiva era estudada como sendo água que é a substância química mantenedora de toda vida orgânica no planeta Terra, conhecido globalmente como o planeta água.
     Há muitos séculos antes do Cristo, os Gregos já analisavam que o elemento água é o componente primordial de toda vida animal no planeta Terra, a Gênese bíblica que teve a sua tradução original para o grego define: "O Espírito de Deus se movia sobre a face das águas - Gênesis 1. 2isto é, sobre os lençóis das águas, sob as fontes das águas. E também não esqueçamos que a primeira linguagem utilizada no Evangelho escrito por João, foi o grego. 
      A Ciência também cientifica: os primeiros seres vivos, na Terra, surgiram nos oceanos, que é formado de moléculas de água. Vejamos o que diz a Bíblia, no quarto dia da criação, quando se refere ao início da vida animal na Terra: produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente"Gênese 1. 20
    Também o nosso corpo carnal quando é gerado na sua origem, no ventre de nossa mãe, é desenvolvido simplesmente numa bolsa d´água, e é composto de 75% da substância água.
    E Jesus respondeu a Nicodemos: "aquele que não nascer da Água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus". Ou seja, as duas forças elementais da Natureza: Matéria e Espírito. Se a conversa, naquele encontro de Nicodemos com Jesus, não tivesse tendo o entendimento de nova existência por meio da reencarnação, com certeza, seriam evitados as expressões similares a esse princípio nascer de novo; nascer da água e do espírito; e necessário é nascer de novo; e também o questionamento: 
   - como um homem pode voltar a um ventre materno e nascer de novo?
       Água é o princípio da Matéria   
Água é comumente encontrada no meio interestelar, já que, no estágio atual de evolução do Universo, ambos os constituintes da água estão entre os elementos mais abundantes.

Água é abundante no Universo, inclusive na Terra, onde cobre grande parte de sua superfície e é o maior constituinte dos fluidos dos seres vivos.

A água é fundamental para todos os seres vivos na natureza. Este fato reside na sua capacidade de mediar reações bioquímicas tanto no interior quanto entre as células dos organismos. Muitas das características não usuais da água são essenciais para a evolução da vida na Terra,

O corpo humano é constituído em média 75% em massa de água, cuja distribuição varia conforme o tecido. Enquanto o tecido adiposo praticamente não contém água, os músculos esqueléticos são constituídos por 75% de água. O plasma sanguíneo chega a ser constituído em mais de 90% de água.
 continuação do ensino: nascer de novo 
                                João 3. 4-5

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