segunda-feira, 6 de outubro de 2014

COISAS SAGRADAS AOS CÃES





“Não deis aos cães as coisas sagradas, nem lanceis aos porcos vossas pérolas...” (Mateus 7. 6)

Este assunto é delicado porque causa suscetibilidades nos sentimentos entres os seres pensantes, e na interação cristã o Mestre convoca os seus discípulos para serem a luz que clareia a vida mental na escuridão da ignorância.

 - E como ser essa luz receando os contatos sociais com os zombadores, os presunçosos, os fanáticos, os céticos, os dissimulados, os falsificadores, os imorais?
     E nesses contatos sociais nem sempre são agradáveis os relacionamentos sociais, pois há aqueles nos quais nós somos convidados a exemplificar com mais eficiência o nosso aprendizado espiritual, e até mesmo renunciando os nossos egos pessoais em prol da edificação cristã.
     E nessa labuta de crescimento para o Reino de Deus devemos estar vigilantes nos propósitos edificantes de nossa alma para a eternidade.

Existem pessoas que não querem saber da vida espiritual, lógico, cada um tem o livre-arbítrio de aceitar ou não uma ideia; e não estão interessados em meditar nas coisas que elevam a alma para Deus; não querem saber de existência imortal além da matéria e seu princípio de responsabilidade pessoal; vivem apenas o momento presente - são gozadores temporais.
     E se alguém toca nos assuntos que refletem as questões do ser, do destino, da evolução, da Providência Divina, da imortalidade da alma e sua ascensão para os planos celestes, da moral cristã como fonte de luz que clareia o eu interior - essas pessoas simplesmente se retraem, e até escarnecem... zoam da fé.
  
     Não devemos entrar em discussões verbais intransigentes com as pessoas que menosprezam as questões espirituais do Ser, tentando mudar suas opiniões à força (o melhor exemplo é a nossa conduta nas ações do bem - Mateus 5. 16); - a Natureza é a maior fonte educadora para essas pessoas que zombam, e ensina a cada um com a sabedoria e experiência que lhe corresponde.


      Quem não se aperfeiçoa no padrão do amor do Cristo fica sujeito a trafegar pelos caminhos da aflição e amargura, colhendo as expiações corretivas. Lembrar da orientação milenar: "o fardo das provações com Jesus é suave - Mateus 11. 30"  

"Bem-aventurado é o homem que não se assenta no rol dos escarnecedores, antes tem o seu prazer na Lei do Senhor, e nessa Lei medita dia e noite (Salmo 1. 2)"

                             relato bíblico
                          Mateus 7. 6

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