sábado, 30 de novembro de 2013

TRANSFIGURAÇÃO DE JESUS, CÉUS



                                                                                   

      Materialização em luz, e interação com seres espirituais das dimensões extrafísicas da vida superior
          

Finalmente, uma das maiores de todas as realidades, o entrelaçamento que conjuga as duas naturezas: material e espiritual, se nos apresenta nesta revelação imortalista do Evangelho, o código divino.

Jesus convida os apóstolos perceptíveis e consagrados à sua causa: Pedro, João e Tiago, e se dirigem em particular ao monte Tabor nos arredores de Jerusalém, a fim de buscarem forças através da oração edificante. E no decorrer da vibração da prece:
      Jesus se transfigura em radiante luz; o seu rosto resplandece como o sol no seu fulgor; as suas vestes transmutam-se num foco de intensa luminosidade espiritual revelando a hierarquia divina do Cristo celeste, e a glória da imortalidade que é destinada a todos que se dedicam  e se consagram na obra redentora do Evangelho. E neste sublime momento lhes aparecem duas criaturas plenamente redivivas que fluem das dimensões superiores do cosmo espiritual e se materializam fluidicamente: Moisés que vivera há 13 séculos; e Elias que existira há 9 séculos, e que recentemente desempenhara outra missão na personalidade do Batista (Mateus 17. 1 a 13).

E diante daquela visão luminosa no Tabor, os espíritos benfeitores comunicam acontecimentos que iriam brevemente desenrolar-se na cidade de Jerusalém sob a influência fanática dos sacerdotes do Templo de Jerusalém (seguidores intransigentes do Antigo Testamento das escrituras hebraicas); cobertura corrupta das autoridades políticas; e aplauso ignorante da massa popular, e que fatalmente culminaria com a prisão e morte de Jesus no Gólgota.

         Pedro sem entender que o fenômeno era todo de ordem espiritual sugere a construção material de tendas (Mateus 17. 4). 

 Não foi apenas uma simples visão, e sim uma transcomunicação em glória, segundo o apóstolo Lucas 9. 28-31 que afirma: os quais Moisés e Elias, em corpo espiritual, apareceram e falaram do calvário a cumprir-se na cidade de Jerusalém.


Ao descerem do monte Jesus adverte aos apóstolos para que não contassem a ninguém sobre “visão espiritual”, até o momento adequado em que ele Jesus ressurgisse dos mortos (Mateus 17. 9) -
  - Pois nessa época havia muitas normas rigorosas de religiosos apegados extremamente à lei do Deuteronômio 18. 11, sujeito à penalidade de morte por apedrejamento (Levítico 20. 26-27) * Assim como ainda hoje existem preconceitos nos meios religiosos atuais quando o assunto é interação espiritual entre os vivos da Terra com os redivivos do além. 

Que reflexionem todos aqueles que queiram negar as manifestações espíritas! Tudo é possível para aquele que crê, e complementa o Mestre em João 14. 12-14: obras maiores que essas realizareis...

Quanto ao fato verificado na materialização fluídica do espírito Elias, manifestando-se visivelmente na forma e ubiqüidade da encarnação antiga, e se recentemente vivera a experiência carnal na pessoa humana de João Batista. Pois o próprio Mestre Jesus esclarece que Elias e João Batista são a mesma personalidade (vide Mateus 17. 11-13).

Fenômeno confirmado é que a transfiguração de Jesus ocorre no auge de sua missão terrena, e nesse período Herodes, governador da Judéia, já havia executado a morte de João, por decapitação.

- Por que, então, no monte Tabor, aparece o perfil do espírito Elias, ao invés de João que fora a sua reencarnação mais recente?


Nada de sobrenatural!!! E nem derrogação das causas naturais que regem os dois planos de vida: material e espiritual.  Tudo, enfim, se assenta no poder imensurável da Criação de Deus e na grandeza da vida universal. A Ciência humana atualmente estuda o princípio das mutações físico-químicas de algumas bactérias,
que apesar de ser a menor forma de vida na Natureza, e encara esses estudos de mudança de formas desses micro-organismos de modo natural. Ampliando-se os horizontes da vida, na dimensão espiritual dos espíritos superiores, como é o caso de Elias ou, João Batista, O SER tem a faculdade, liberdade, e poder de se transmutar em uma configuração de veste espiritual de suas vidas passadas, e se apresentar nessa forma perfeitamente normal.    


 O que se alcança no plano das energias materiais realiza-se com muito mais perfeição no reino inteligente do espírito imortal. “A ubiqüidade, a bicorporidade e a transfiguração do Espírito são fenômenos plenamente naturais da existência espiritual (cap. VII, O Livro dos Médiuns, Allan Kardec)”.

As experiências vividas pelo espírito não se perdem no tempo; e sim, ficam armazenadas na subconsciência etérea do Ser, que pode naturalmente pela vontade divina e força elástica da mente extrafísica, reassumir as suas lembranças e formas gravadas no espaço de suas existências, sem prejudicar o todo de suas vestes espirituais – o perispírito. Isso ocorre naturalmente com espíritos de grande evolução já lapidados no fluxo das reencarnações físicas.

Além dessas verdades, a Providência Divina estava reservando à humanidade do futuro, com a gloriosa transfiguração e materialização espiritual - profundas noções de imortalidade da Alma.

                   Moisés simbolizava a justiça  –  o decálogo;

                     Elias representava os profetas do Senhor.

Para Deus não existe o impossível, e para os homens o nada é ignorância de causa e as trevas ausência absoluta de luz. A Terra, na sua imensa trajetória orbital que obedece às leis físicas e espirituais da mecânica celeste, não é apenas uma gigantesca bola a esmo no espaço. E sim, uma grandiosa estrutura de forças vivas delineadas pela Sabedoria de Deus para desenvolvimento dos seres inteligentes que moram na sua superfície material e dimensões etéreas do extrafísico.

A crosta espiritual terrestre, em virtude do nosso mundo ainda pertencer à categoria primária, apresenta ainda o seu aspecto sombrio. Por isso mesmo estamos no dizer do apóstolo Paulo: “cercados por uma nuvem tão grande de testemunhas espirituais. E a nossa luta principal não é somente contra o primitivismo carnal; e sim um conflito constante com as forças espirituais imperfeitas nas regiões celestiais  -   (Efésios 6. 12)”.

Podemos definir as dimensões espirituais do orbe terráqueo da seguinte maneira: astral inferior e astral superior.

                                                                     
Em que sentido se deve entender a vida eterna? (* Questão 153)

A vida do Espírito é que é eterna; a do corpo é transitória e passageira. Quando o corpo morre, a alma retorna a vida eterna.

      Os Espíritos têm forma determinada, limitada e constante? (* Questão 88)    

        Para vós (da existência material), não; para nós (os espíritos), sim.  O Espírito é, se quiserdes, uma chama, um clarão, ou uma centelha etérea.  

Todos os Espíritos irradiam com igual fulgor?   (* Questão  92, item  -  a)

Longe disso. Essa força depende do grau de pureza de cada um.    (* O Livro dos Espíritos – Allan Kardec)


do livro: C É U S
autor: Abrahão Ribeiro

Voz Q Clama
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     Voz do espírito






2 comentários:

  1. SERÁ QUE FOI DEUS QUEM PROIBIU, NA BÍBLIA, A EVOCAÇAO DAS ALMAS DOS MORTOS?

    DEUS, Ser Absoluto e Supremo da Vida no Universo JAMAIS proibiu a evocação das almas dos mortos, conforme muitos religiosos entendem na descrição em Deuteronômio 18. 11 * Pois conforme esclarece o Novo Testamento: NINGUÉM NUNCA VIU A DEUS - João 1. 18 Apenas Jesus que está no seio do Pai, esse o fez conhecer; ou seja, instruiu as palavras de vida eterna verdadeiramente como representante de Deus.

    MOISÉS, SIM, como legislador hebreu proibiu essa prática comum entre os egípcios quando estava formando a soberania da Nação israelita (Deuteronômio 18. 9). E usou o termo que todos os políticos, inclusive da atualidade, usam quando promulgam a Constituição das Leis Sociais de uma Nação, por exemplo, está impresso no cabeçalho da Constituição Federal do Brasil: “Em nome de Deus promulgamos estas Leis, isso não quer dizer que Deus, pessoalmente, é quem decreta essas Leis”

    Também não nos esqueçamos de que o Governo que Moisés estava constituindo era pelo regime de Teocracia = (do grego) Teo = Deus + Kratos = Governo. E os Juízes do Synedrion de Jerusalém eram considerados “deuses” por representarem a Divindade quando analisavam, julgavam e prescreviam normas religiosas para o povo. Por isso Jesus chamou a atenção dos povos, na sua época: “Não está escrito na vossa lei: “SOIS DEUSES” (João 10. 34) Vide também Salmo 82. 6 “vós sois deuses...”

    E Por que Moisés proibiu essa prática? Se era bem comum entre os povos antigos?

    Para evitar possíveis infiltrações de ideias subversivas de inimigos estrangeiros da nação israelita, que transitavam e moravam em seu território. E Moises estava querendo formar uma unidade religiosa, por isso somente o corpo sacerdotal de Israel poderia fazer invocações (Êxodo 28. 1 - 3 e I Samuel 28. 6) Era, portanto, vetado às pessoas comuns usarem a prática de consulta às almas dos antepassados, com a finalidade de fazer adivinhações futuristas (Deuteronômio 18. 14).

    Conscientizemo-nos: A Bíblia foi idealizada, coordenada, redigida, e traduzida para vários idiomas pela própria MÃO do Homem ao longo dos séculos.

    Por isso é que Jesus veio ao planeta Terra para vivenciar a perfectibilidade de Deus Todo Poderoso:

    - que não se ira; não se contradiz; não se arrepende; não é falível; não é regionalista; e nem é limitado.

    É SUPREMO E ABSOLUTO EM TODAS AS COISAS NO UNIVERSO SIDERAL – É ESPÍRITO CELESTIAL (Mateus 6. 9) (João 4. 24) .


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  2. COM JESUS, TODAS AS COISAS SÃO POSSÍVEIS PARA DEUS.

    E Jesus rasgou o véu do templo das proibições e limitações na Natureza, e as barreiras do mundo visível e invisível, material e espiritual que se entrelaçam, e é possível sim, os mortos ressurgirem do Além e se manifestarem visível, sensível, e palpável; ou, mesmo em sonhos para os seres humanos encarnados:

    - vide a transfiguração de Jesus no monte Tabor, onde Elias e o próprio Moisés (que outrora proibira) voltam do além e interagem com Jesus e os apóstolos: Pedro, João, e Tiago (Mateus 17. 1 -13).

    - vide varias manifestações de antepassados em seus corpos espirituais fazendo aparições em Jerusalém a muitas pessoas, comprovando a realidade imutável: a imortalidade da alma (Mateus 27. 51 – 53)

    - vide a boa nova de Jesus sendo pregado até mesmo aos mortos, os habitantes do além na dimensão extrafísica, que estavam desorientados na vida espiritual ( I Pedro 4. 6).

    - vide a boa nova sendo pregado também aos espíritos em prisão, os quais em outras existências foram rebeldes a lei divina ( I Pedro 3. 18 – 20).

    - vide orientação inalterável de Jesus: “Os mortos ouvirão a sua voz, e os que a ouvirem são chamados para uma nova vida (João 5. 25)”. “Porque Deus, não é deus de mortos; e sim de vivos (Lucas 20. 38)”, quer seja da Terra, assim como do Além.

    Você sabia? Que aquele que crê em Jesus também fará as mesmas obras que ele fez, quando encarnado na Terra, e outras maiores ainda realizará (João 14. 12). Porque todas as coisas são possíveis para Deus (Mateus 19. 26).

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