quinta-feira, 14 de abril de 2011

COMERCIALIZAR A FÉ, Boa Nova Celestial


              E se saudardes somente os vossos                           irmãos que fazeis de especial? 

       Assim diz o Senhor: Aí dos pastores que se apascentam a si mesmos! Comeis a gordura e vos vestis da lã, e degolais o cevado, mas não apascentais as ovelhas... Porque a fraca não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não carregastes, e a desgarrada não vigiastes, e a perdida não buscastes, porém dominais sobre elas com aspereza e sugando-lhe as forças. – Ezequiel 34. 2-4 Bíblia sagrada


  Não fazem os publicanos também assim? (Mateus 5. 46 a 47) - Essas pessoas honram-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim... Mas, em vão me adoram ensinando doutrinas que são preceitos dos homens (Mateus 15. 8 a 9) 

          Você sabia que Jesus tinha uma profissão? Era carpinteiro

   Os discípulos também tinham profissões:  pescadores
     
              Paulo, apóstolo dos gentios, exercia o ofício de tecelão
   (Atos 18. 3) (Tessalonicenses 2. 9 e  2 Tessalonicenses 3. 6 a 10)
      Apóstolo Mateus exercia atividades de coletor, ou seja, funcionário público (Mateus 9. 9)
        Lucas, evangelista companheiro de Paulo era médico (Colossenses 4. 14) 

 Cristo contesta severamente as atitudes dos “vendilhões no Templo:”
                       

     1)  -  Aqueles que comerciam as coisas sagradas, e utilizam as congregações de fé e oração como meio de vida profissional (Mateus 21. 12 a 13 e Mateus 23. 2);
  2)  -  Assentam-se na cadeira dos Profetas e Apóstolos e se intitulam os consagrados servos do Senhor, têm as Escrituras sagradas sempre nas mãos e decoram seus trechos, ensinam e não vivenciam na íntegra o mandamento maior: "o amor ao próximo" com justiça e caridade  (Mateus 23. 1 a 7);


      3)   -  Estão sempre diante do “Altar” pedindo bênçãos e maravilhas, e bloqueiam com preceitos humanos o portal do conhecimento celeste aos que desejam participar do plano divino (Mateus 23. 13 e Mateus 15. 8);

 4-  Proclamam a salvação com a conversão da crença em suas comunidades, e não a demonstram com ações sociais e caritativas (Mateus 10. 7 a 10 e Mt 23. 14);


5) - Percorrem terra e mar para converter seguidores, incentivar preconceitos religiosos em nome da fé, conduzindo cegamente os fiéis.
   (Mateus  23. 15 a 22 e  Mt  15. 1 a 14);  


6) - Cobram os dízimos em nome da crença, pedem ofertas financeiras, levantam patrimônios, e desprezam o mais importante para o crescimento espiritual: a misericórdia, a caridade, a justiça, a fé com racionalidade  (Mateus 23.  23); (I Timóteo 6. 3 a 11)
7) - E que não distribuem gratuitamente os dons do Espírito, isto é, sem cobrar pedágios e favores.  (Mateus 7. 15 a 20; / 10. 7 a 10; / 12. 33 a 37; / 21. 12; / 23. 1 a 33;  Marcos 12. 38 a 40 e Lucas 10.  25 a 37); 

                                   

     - E nem todo que me chama: Senhor! Senhor! É digno de entrar no Reino dos Céus. E muitos me questionarão: - "Senhor! Não ministramos profecias em teu nome?" 
                         
    - E em teu nome não repreendemos os demônios? E em teu nome não realizamos muitas maravilhas?


      Pois comíamos e bebíamos em tua presença nas nossas ruas, isto é: reuniões, comunidades!
    
    - E eu lhes responderei, francamente: afastai-vos de mim vós que obrastes com iniquidades (Mateus 7.  20 a 25 e  Lucas 13. 24 a 27)

   - Porque muitos são chamados, e poucos escolhidos. E os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos (Mateus 20. 16). Porque vos digo: se a vossa justiça não tiver de acordo com a probidade e com o que é justo, jamais entrareis no reino dos Céus (Mateus 5. 20)

                                                 Voz Q Clama
Intensivo Difusão Espiritualidade Evangélica – I D E
     Voz do espírito


       


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