terça-feira, 16 de setembro de 2014

AMOR DIVINO




“Ninguém pode servir a dois senhores...”

O nosso ideal maior deve está concentrado no amor a Deus, Nosso Pai Celestial, sobre todas as coisas e em todas as forças criadas pela sua Providencia infinita e misericordiosa.
    Se fossemos definir Deus, as expressões mais sábias seriam Deus é Vida, Deus é Amor, Deus é Luz, Deus é Espírito.
    E esse Amor é o poder que sustenta o Universo no qual nos movemos, existimos e temos a nossa razão de viver (Atos 17. 28).

Jesus orientou na sua boa nova que, para agirmos com consciência na obra do Criador, temos que servir com desprendimento, com dedicação e amor nas atividades que elevam o Ser para a integração superior com o Reino espiritual, devendo isto centralizar o alvo principal de nossos objetivos de crescimento para a Vida imortal do espírito, pois os seus seguidores teriam que superar até mesmo os anseios e solicitudes das coisas e desejos propriamente materiais (Mateus 6. 25 a 27).
    Essa busca pelos valores celestiais teriam que estar acima das efemeridades terrestres (Mateus 6. 20) e, que não deveríamos depender exclusivamente de interesses monetários na obra de evangelização, pois o Mestre assim conscientizou: "não podeis servir a Deus e a Mamom", naquela época: Mamom é o termo que se relacionava literalmente a dinheiro, ganância, avareza (Mateus 6. 24 e Lucas 16. 13) 

O valor principal que devemos ter para doar a Deus, é aquilo que há de melhor em nós mesmos - é o nosso coração edificado na luz e amor de Deus. Somente assim estaremos trabalhando o nosso futuro celestial, com segurança, com firmeza, e sob a proteção das energias saudáveis que vertem do amor infinito do Pai Criador, livres de sucumbir nas tentações da avareza que acarretam sofrimentos expiatórios à consciência espiritual nos mundos inferiores.
    A criatura pode até ser rica no mundo material e trabalhar e engrandecer essas riquezas com lealdade, com honestidade, com objetivos nobres de prosperidade, e isso com certeza não causa nenhum obstáculo, nenhum demérito, ao cumprindo favorável da sua missão física na Terra, tendo em vista também ser uma provação para o espírito evoluir; pois todas os bens da vida pertencem a Deus, somos simplesmente meros usufrutuários em todos os recursos no mundo Terra. 
    Porém, se a pessoa sentir a necessidade interior de ter uma maior interação com Deus  na presente existência, desenvolvendo a sua unidade criadora com o Pai Celestial, elevando-se e buscando uma ascensão retilínea para os planos superiores da vida eterna, aí sim, é mister que essa pessoa desvincule dos seus ideais espirituais os interesses monetários do mundo material (Mateus 19. 16 a 21),
    e deve focar  a sua edificação com boa vontade, com serviços voluntários (de graça recebestes, de graça dai, doar-se a si mesmo / Mateus 10. 7 a 10), com a elevação dos sentimentos e não pensando em se profissionalizar na obra do Senhor, para que o dinheiro não sufoque o crescimento espiritual para Deus.
     O seguidor perfectível de Jesus deve dar exemplos de desprendimento na obra do Senhor e buscar exercer um trabalho normal para fazer o seu sustento doméstico, como todos os cidadãos comuns o fazem e também como procederam os Apóstolos dos primeiros séculos de cristianismo. A obra de Jesus na evangelização do mundo não é "bolsa de valores" monetários - vide Mateus 10. 9 /, pois o Mestre não possuía nem mesmo um travesseiro para repousar a cabeça nas lides do mundo material - Mateus 8. 20 e, - Atos 18. 3 e, II Tessalonicenses 3. 6 a 13 e, I Timóteo 6. 10 a 11 
    Aí, sim, quem realizar a obra de Deus, na Terra, com desprendimento terá um esplêndido tesouro no céu da vida superior (Mateus 19. 21). Que a nossa recompensa na obra de Jesus venha de Deus e não dos homens (Colossenses 3. 23 a 24). Por isso que Jesus esclareceu: Os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos; e a quem muito foi dado muito mais lhe será cobrado. 

                            relato bíblico
                          Mateus 6. 24

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