sábado, 19 de novembro de 2016

REENCARNAÇÃO DO PROFETA ELIAS



O testamento pessoal do Cristo confirmado no Evangelho


E se quereis acreditar (nas profecias), este é Elias (o profeta) que estava para retornar... reafirmou Jesus referindo-se a João Batista (Mateus 11, 7 a 15). 

Quanto ao fato verificado na materialização fluídica do espírito Elias, manifestando-se visivelmente na forma e ubiqüidade da encarnação antiga. E, se recentemente vivera a experiência carnal na pessoa humana de João Batista. Pois o próprio Mestre esclarece este caso, de que Elias e João Batista é mesmo ser espiritual, em reencarnações diferentes, conforme testemunho de Jesus em Mateus cap 11 vers 10 a 14.

 Estava-se fechando um cerco terrível de perseguições aos trabalhadores da evangelização primitiva por parte do governador da Judéia, que autorizara a prisão de João Batista e conseqüentemente dias após a sua reclusão à cadeia, ocorre a sua morte por degolamento durante os festejos do natalício de Herodes, vide Mateus cap 14 vers 6 a 12.


E alguns meses depois da morte física de João Batista é que manifesta-se o fenômeno da transfiguração de Jesus, no monte Tabor.

 - Por que, então, no monte Tabor, aparece o perfil do espírito Elias, ao invés de apresentar-se na forma de João, que era a figura mais recente de sua reencarnação?

Nada de sobrenatural!!! E nem derrogação das causas naturais que regem os dois planos de vida: material e espiritual.  Tudo, enfim, se assenta no poder imensurável da Criação de Deus e na grandeza da vida universal. A Ciência humana atualmente estuda o princípio das mutações físico-químicas de algumas bactérias, que apesar de ser a menor forma de vida na Natureza, e encara esses estudos de mudança de formas desses micro-organismos de modo natural. Ampliando-se os horizontes da vida, na dimensão espiritual dos espíritos superiores, como é o caso de Elias/João Batista, O SER tem a faculdade, liberdade, e poder de se transmutar em uma configuração de veste espiritual de suas vidas passadas, e se apresentar nessa forma perfeitamente normal.    

DEUS ESTAVA DANDO MAIS UMA LIÇÃO AOS HUMANOS, DA GRANDEZA DA VIDA, E IMORTALIDADE DA ALMA. POIS PARA DEUS NÃO HÁ IMPOSSÍVEL... TODAS AS COISAS SÃO POSSÍVEIS

As experiências vividas pelo espírito em suas reencarnações não se perdem no tempo; e sim, ficam armazenadas na subconsciência etérea do Ser, que pode naturalmente pela vontade divina e força elástica da mente extrafísica, reassumir as suas lembranças e formas gravadas no espaço de suas existências, sem prejudicar o todo de suas vestes espirituais – o perispírito. Isso ocorre naturalmente com espíritos de grande evolução já lapidados no fluxo das reencarnações.

Além dessas verdades, a Providência Divina estava reservando à humanidade futurista, com a gloriosa transfiguração e materialização espiritual - profundas noções de imortalidade da Alma.

Moisés simbolizava a justiça  –  o decálogo;
Elias representava os profetas do Senhor.

Para Deus não existe o impossível, e para os homens o nada é ignorância de causa e as trevas ausência absoluta de luz. A Terra, na sua imensa trajetória orbital que obedece às leis físicas e espirituais da mecânica celeste, não é apenas uma gigantesca bola a esmo no espaço. E sim, uma grandiosa estrutura de forças vivas delineadas pela Sabedoria de Deus para desenvolvimento dos seres inteligentes que moram na sua superfície material e dimensões etéreas do extrafísico.

Muitos religiosos erram em desconhecerem as Escrituras e o infinito Poder de Deus na Criação universal.

Mas, digo-vos que Elias já veio e não o reconheceram...  Então os discípulos compreenderam que João Batista era o Elias (anunciado pelo profeta Malaquias, há 400 anos antes da era cristã)
(Mateus 17. 1 a 13)    

Esta é a revelação do próprio Cristo, que tinha pleno conhecimento da preexistência daquele Ser quando numa época anterior, em outra geração, há 9 séculos passados vivera no plano físico aquela experiência de Profeta  com o nome de Elias.  E apesar de ser grande diante da vida em valores morais; iluminado já desde o ventre materno conforme narração em Lucas 1. 15; e em relação à humanidade de sua época, século I da era cristã, ser classificado por Jesus mais que um simples profeta. E muito embora possuidor de toda essa grandeza espiritual: não estava à altura de ser considerado o menor no Reino dos Céus (Mateus 11. 1 a 13). Faltou-lhe, portanto, quando vivera aquela missão em tempos passados ter completado a perfeição relativa para ingressar na hierarquia espiritual celeste e participar com perfeição da Natureza dos Anjos.  Pois naquele tempo em que fora Elias cometera uma falta grave que afetara o carma coletivo de muitas criaturas contemporâneas: concordara com a violência exterminando por degolação vários adversários considerados falsos religiosos (I Reis 18. 17 a 40). Conseqüentemente este fato fora determinante na predestinação dos ascendentes do seu renascimento em uma época futura, tendo que passar pelas tribulações que infligira ao próximo – ser também provado por divergências culturais e religiosas (Mateus 14. 1 a 12).  Conscientizou Jesus no Apocalipse 13. 10, o principio causal de ação e reação que rege a existência dos seres espirituais: " se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada; necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos". 

Embora se queira defender a verdade absoluta, isso não justifica as perseguições e violências em nome da crença. Em Jesus nós temos o paradigma do respeito que se deve a todas as culturas religiosas, pois quando fora instigado pelos seus seguidores para que mandasse descer fogo celeste para consumir os adversários, tal qual fez o profeta Elias em existência anterior, os repreendeu esclarecendo que a finalidade evangélica não era de destruição às almas humanas, e sim para resgatá-las do mal, encaminhando-as para o seio espiritual do Pai celeste (vide Lucas 9. 51-56).    

Assim, as reencarnações diversas ocorridas em intervalos seculares nos Mundos materiais, aprimoram o Ser, a mente intelectual do Espírito que crescendo dentro de si mesmo desenvolve a razão angélica: o Espírito Divino, onde homem deve participar desta natureza com o seu Criador. Afirmou o Divino Mestre: O Reino Divino está dentro de vós mesmos (Lucas 17. 20 a 21); Vós sois o templo divino (I Coríntios  3. 16);  E vós sois deuses (João 10. 34 a 35).  Este é o princípio de Cristo ter definido Deus como sendo o nosso Pai Celestial.

 Matéria viva: células concentradas de energias criadoras. E quando o espírito, pelo renascimento, sofre o choque vibratório do esquecimento temporário nas faixas da vida física, forças magnéticas poderosas descortinam na estrutura íntima da alma. Isso é que faz progredir a razão, o intelecto, o Ser...   Evolve a matéria e aperfeiçoa-se intelectualmente o espírito.

          Os seres que viveram os primeiros estágios de uma humanidade primata e selvagem não extinguiram a essência da vida – a Alma num caos total. Apenas através das gerações cada vez mais aperfeiçoadas, essas almas são revestidas naturalmente de novas formas materiais pela força da vida; desenvolvendo o raciocínio, a consciência intelectual e moral.

Eis que envio diante da tua face o meu mensageiro, que preparará diante de ti o teu caminho (Mateus 11. 7 a 10)”

      As grandes missões que impulsionam a evolução moral e intelectual da humanidade são programadas no tempo e espaço da hierarquia superior celeste, isto é, na dimensão imaterial dos Anjos. E Jesus consolida a preexistência e predestinação elucidando trechos das Escrituras sagradas do livro de Malaquias capítulo 3, quando há 4 séculos passados a C., fora intuído através do profeta os acontecimentos espirituais do porvir que renovariam as paisagens religiosas do planeta na época do Messias, - o Cristo divino; e também a preparação dessa obra precedida por um mensageiro espiritual de grande porte: o espírito de Elias redivivo nos fluidos carnais do mundo terrestre na personalidade de precursor da boa nova do Senhor.


Voz Q Clama
Intensivo Difusão Espiritualidade Evangélica – I D E
     Voz do Espírito



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