domingo, 9 de outubro de 2011

ARREBATAMENTO, projeção mental - Além do Plano Carnal



      

Esses são os diversos vocábulos que vários estudiosos do assunto vêm empregando no decorrer dos séculos para as experiências que se relacionam às sensações e percepções pessoais da mente individual do Ser ainda vivendo em um corpo material, no planeta Terra, sentir com realidade as interações existenciais fora dos sentidos do corpo físico carnal; ou seja, no extrafísico do seio da natureza espiritual, avivando expansivamente as faculdades intelectuais da mente etérea - energia celestial.

Arrebatamento espiritual, arrebatamento em espírito, arrebatamento em corpo espiritual, arrebatamento dos sentidos psíquicos, saída em espírito do corpo carnal, termos revelados na Bíblia Sagrada, há mais de 2000 anos;

Desdobramento espiritual, termo analisado nos estudos espíritas; vide literatura descritiva das múltiplas dimensões de Vida no universo espiritual: Nosso Lar, Os Mensageiros, Missionários da Luz, Obreiros da Vida Eterna, No Mundo Maior, Libertação, Nos Domínios da Mediunidade, Mecanismos da Mediunidade, Entre a Terra e o Céu, Ação e Reação, E a Vida Continua... psicografia de Francisco Candido Xavier, pelo espírito André Luiz;

Emancipação da alma, estudos também compreendidos no Livro dos Espíritos cap. VIII, questões 400 a 455, Allan Kardec; e comentários Filosofia Espírita – volumes VIII e IX, obra mediúnica Editora Espírita Cristã Fonte Viva;

Exteriorização mental da consciência, termo usado em estudos da parapsicologia;

Êxtase da alma, termo considerado nas filosofias espiritualistas;

Experiência fora do corpo, EFC, termo estudado nos ensaios de projeção mental para além das energias do corpo carnal, por várias correntes do pensamento espiritualista;

Projeciologia, termo estudado nos experimentos de projeção da consciência fora do corpo físico, e proposto no tratado denominado Conscienciologia por dissidentes experimentais do Espiritismo liderados pelo médium Waldo Vieira, a partir dos anos 1980, e que codificaram neologismos próprios para analisar os fenômenos parapsíquicos da alma, ou espírito; 

Trasladar, transladar o eu espiritual, 
termos figurados em algumas traduções bíblicas, há mais de 2000 anos;

Transcendentalismo, transpessoalidade às energias interiores da mente, termo considerado em estudos do mentalismo;

Projeção mental, termo também estudado em várias filosofias espiritualistas, teosofia;

Viagem astral, termo usado no esoterismo; ocultismo e também compreendido por várias correntes do pensamento espiritualista; (vide obra mediúnica "Iniciação - Viagem Astral" psicografia João Nunes Maia, espírito Miramez, Editora Espírita Cristã Fonte Viva).
dons espirituais      

    Sabemos que há no ser humano cinco sentidos que sensibilizam a sua existência física e todos estão interligados à mente criadora, que coordena toda vida inteligente: visão, olfato, tato, paladar e audição. Nessas percepções de sentir a interação  da  existência material, o ser humano já parece perceber o sexto sentido que  esta´ integrado ao seu psiquismo, à sua espiritualidade  - é o sentido do futuro, do eu espiritual.
        Arrebatamento espiritual descrito nas Escrituras sagradas compreende-se como um dom espiritual que faculta a sabedoria para discernir os Espíritos (1 Coríntios 12. 8-9), por meio da percepção mental para além do plano físico carnal, é um sentido psíquico que desenvolvemos em nossa consciência espiritual para sentirmos as belezas e maravilhas  dos planos da natureza extrafísica nas múltiplas dimensões do Universo – as infinitas moradas na Casa de Nosso Pai Celestial. 
Além do Plano Carnal 
Abrahão Ribeiro
Voz Q Clama
Intensivo Difusão Espiritualidade Evangélica – I D E
    Voz do Espírito





9 comentários:

  1. FORA DO CORPO – Além do Plano Carnal


    “Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos (se no corpo, não sei; se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até a terceira dimensão celeste. E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei, Deus o sabe)... Foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inexprimíveis”...

    (Apóstolo Paulo II Coríntios 12.1 a 10) Bíblia sagrada



    A capacidade de projetar-se mentalmente para fora do corpo carnal, e sentir as interações da vida extrafísica, é tão antiga quanto o ciclo do sono fisiológico e, a consciência continuar de forma ativamente lúcida processando os sonhos nas suas mais variadas freqüências pelos canais de força da mente.

    Nestas anotações o apóstolo Paulo se reporta a uma de suas visões em espírito além dos sentidos do plano carnal, experiência essa ocorrida na sua vida intima há mais de 14 anos, quando se dera a sua iniciação evangélica aos ideais do Cristo. Pois como é do conhecimento de todos Paulo era descendente de família de classe rica e que seguia as tradições rigorosas do judaísmo. E, quando se convertera ao cristianismo, Paulo fora deserdado por seu genitor, que não aceitando a sua mudança de atitude aos novos princípios da fé, chegara ao extremo de expulsá-lo do lar paterno...

    Paulo estando sozinho e angustiado ao relento em uma das cavernas nas proximidades da cidade de Tarso, em certa noite estrelada quando se prepara para dormir, após as meditações saudáveis, a sua alma se desliga conscientemente do corpo carnal e adentra o mundo espiritual, que vibra em outra dimensão, na dimensão extrafisica. E assim Paulo tem intercambio educativo e maravilhoso com os seres espirituais que vivem nos planos celestes e que inspiram os seres humanos encarnados, em nome de Deus. Paulo nestes conhecimentos teve a certeza do amparo invisível dos agentes espirituais protetores. Desse glorioso experimento o apóstolo Paulo extraiu conclusões edificantes e consideráveis referentes ao corpo espiritual proposto na epístola de primeiro Coríntios, capítulo 15, versículos 44 a 50 – Bíblia sagrada.


    Maiores informações desses relatos do apóstolo Paulo, ler a obra intitulada Paulo e Estevão, psicografia de Francisco Candido Xavier.


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  2. PLANOS INVISÍVEIS – Além do Plano Carnal

    O qual é a imagem do Deus invisível... Por que através do Verbo Divino da Criação foram criadas todas as coisas que há nos Céus e na Terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades... (Colossenses 1. 15 a 16 Bíblia sagrada)


    Experiências fora do corpo carnal de atividades da consciência espiritual na dimensão extrafísica, nos planos invisíveis da Criação universal paralelamente à existência material.

    Há mais mistérios entre a Terra e o Céu, jamais imagináveis à mente humana...

    Muitas coisas existem na extensão material e não enxergamos; mas sentimos os efeitos convenientes de sua presença: oxigênio, neutrinos, bactérias, fungos, vírus, ventos, ondas de rádio, radiação infravermelha (IV), energias...

    E no plano fluídico das forças incorpóreas: os espíritos;

    E na dimensão mais sutil do invisível: os mundos extrafísicos; as potestades celestiais...

    E na grandeza imaterial do pensamento: DEUS - Espírito da Vida, Alma Criadora da Natureza universal, Pai da Criação cósmica... Pai Nosso que está nos Céus


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  3. O ARREBATAMENTO “DA IGREJA”

    Inúmeros líderes de Igrejas cristãs da atualidade, de variados entendimentos bíblicos teológicos, se proclamam autênticos seguidores da moral evangélica do Cristo e, por conseguinte, idealizam que as SUAS IGREJAS, EM PARTICULAR, serão arrebatadas fisicamente do ambiente terrestre nos transes das grandes tribulações humanas que sobrevêm nos finais de ciclos para desfrutar diretamente, sem nenhum esforço coletivo, as bodas do Cordeiro no reino celestial. Eximindo-se assim numa atitude egoística de exemplificar perante os demais irmãos da humanidade aquilo que Jesus mais fez questão de ensinar e vivenciar na sua jornada terrestre: A PACIENCIA E RESIGNAÇÃO NAS TRIBULAÇÕES DA VIDA HUMANA.

    São decorridos mais de XX séculos em que árvore do cristianismo abriga sob a sua sombra benéfica as almas humanas, ensinando sob figuras de linguagem os mistérios da imortalidade para além do plano físico terrestre. Essa árvore para chegar frondosa aos nossos atuais dias sofreu ao longo dos séculos os embates da má vontade humana, em forma de tribulações cruciais às suas primeiras sementes, mutilações na formação dos seus primitivos ramos, destruição e queimadas nos seus galhos iniciais.

    Muitos líderes atuais dessas Igrejas modernas desconhecem, ou fingem desconhecer, os martírios e tribulações pelos quais passaram os trabalhadores da boa nova dos primeiros séculos de cristianismo, ignorando assim sem racionalizar com integridade, a labuta do crescimento da árvore cristã para chegar aos nossos dias.
    Utilizando uma figura de linguagem bem simples: aderem ao movimento evangélico que leva a bagagem de mais XX séculos de biografias das sociedades terrestres, e sem reflexionar o pão que “o diabo” da alma humana amassou (distante do bem) em rejeição à pureza aos princípios da vivência cristã.

    Aqui abrimos um parágrafo de reflexão para ajudar irmãos de embrionário entendimento que se julgam inclusos em arrebatamentos em corpo físico direto para o reino celestial, descaracterizando a mensagem viva da cruz, do trabalho nobre, do sacrifício pessoal, da perseverança no bem, da humildade e simplicidade nas coisas espirituais, COM JESUS: aquele que quiser ser o maior, então que seja o servo de todos; quem a si mesmo se exaltar, será rebaixo na vida celestial; e os últimos é que realmente serão os primeiros...


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  4. CONHECEREIS A VERDADE, parte 1

    As primeiras TRIBULAÇÕES aos ideais do Cristo foram encabeçadas por Herodes, governador da Judéia, após receber a visita dos astrólogos que estavam na busca de localizar a cidade onde o menino Jesus havia nascido. E Herodes temendo o seu futuro político, baixou um decreto e autorizou a mortandade de todas as crianças do sexo masculino com até dois anos de idade (Mateus 2. 16).

    Quando Jesus completou 30 anos começou a sofrer perseguições do Sinédrio, Templo de Jerusalém, onde se praticava a religião mosaica com base no Antigo Testamento das escrituras. O Sinédrio comandava a religião dominante nessa época, na Judéia, e sentiu-se abalado em sua estrutura íntima pela moral que Jesus propagava e vivenciava diante do povo. Os Sacerdotes liderados por Caifás resolveram então promover aflições aos ideais de Jesus, e essas perseguições foram intensas que culminou no desfecho da condenação e crucificação de Jesus. De fato Jesus foi condenado à morte na cruz por acusação da Religião na figura dos Sacerdotes de Jerusalém; e pelo Poder Político que simplesmente lavou as mãos diante das exigências impostas pelo Sinédrio, e que influenciou a massa popular para aplaudir esse ato bárbaro.

    Três cruzes se erguem no alto do monte, naquela sexta feira do ano 33 em que se consumou a ação da condenação de Jesus. Alguém que contemplasse a imagem do crucificado apenas pela visão carnal, abandonado pelos seus seguidores e amigos mais íntimos, e perseguido pelos influentes que executavam a religião dominante da época: os fariseus e saduceus; e também ignorado pelas autoridades políticas que simplesmente lavaram as mãos para um ato desprezível, a crucificação de Jesus como um malfeitor rebelde. Alguém certamente diria: ali jaz um carpinteiro visionário derrotado. Porém, àqueles que têm olhos para ver e ouvidos para entender além dos sentidos puramente materiais, saberiam que no martírio de Jesus fora descortinado uma luz imorredoura para todos os séculos da vida terrestre, e que no plano oculto do invisível essa luz iria trabalhar ativamente iluminando a escuridão mental na qual vagavam as consciências humanas por longos séculos.

    Após a morte física de Jesus as perseguições continuaram sendo destinados aos Apóstolos, com a finalidade de desestruturar os seguidores do Mestre, e tudo isso instituído pelo Sinédrio, onde o jovem Saulo foi um carrasco cruel, até a sua conversão às portas da cidade de Damasco - Síria. Quando em visão espiritual (ARREBATAMENTO) vislumbra em êxtase, o espírito de Jesus ressuscitado (Atos 9. 1 a 18).

    A partir dos anos 40, a boa nova tem um novo seguidor Paulo, que se imortalizou como o apóstolo dos gentios, e que juntamente com Lucas, um jovem médico de origem grega, divulgam o Evangelho em várias pátrias da jurisdição do Império Romano, inclusive na própria Roma. Após os anos 50, em Antioquia é que os seguidores de Jesus foram realmente chamados de: cristãos (Atos 11. 26), por sugestão de Lucas, nascendo assim o termo cristianismo. Antes eram designados como os fiéis do Caminho (vide Atos dos apóstolos 19. 9)



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  5. CONHECEREIS A VERDADE, parte 2


    Quando a evangelização alcançou os bairros de Roma, o imperador Nero autorizou perseguições cruciais à comunidade cristã a partir dos anos 55, aonde chegou ao extremo de mandar atear fogo em seus arredores no ano 64, para culpar criminosamente cristãos. Aqueles que aderiam ao movimento das idéias cristãs eram caçados cruelmente e quando pegos pelas autoridades romanas eram queimados vivos, outros levados aos circus que serviam de palco para distrair as pessoas, e ali eram submetidos a enfrentar leões famintos, sucumbindo esquartejados por essas feras em dolorosos espetáculos de insensibilidade e degradação humana.

    Os Cristãos não tinham direitos sociais e nem podiam se reunir para confessar publicamente suas crenças, pois eram punidos impiedosamente com sofrimentos atrozes até extinção do corpo carnal. Só para reflexionar essas atrocidades: Assim como Jesus foi traído, julgado injustamente pelo Sinédrio e condenado à morte horrenda na cruz... os seguidores mais íntimos do Mestre também foram execrados na praças públicas: Estevão foi apedrejado barbaramente; Pedro foi crucificado brutalmente de cabeça para baixo; Paulo foi degolado com ferocidade; e milhares e milhares de cristãos mortos cruelmente, à luz do dia.

    Três séculos de acossamentos cruéis às pessoas que simplesmente buscavam seguir um Mestre que tinha ensinado e vivenciado o amor a Deus, espírito criador de todas as coisas; o amor ao próximo como a si mesmo; a imortalidade da alma; as bem-aventuranças celestes aos que suportassem as provações tribulativas da luta terrena com fé, esperança, e muito amor no coração.
    Uma das tribulações mais cruéis da história foi organizada pelo Imperador Diocleciano no ano 305 que autorizou as Legiões Romanas incendiar do oriente ao ocidente todos os núcleos de pequenas congregações cristãs, mandando assassinar barbaramente milhares e milhares de famílias que professavam a fé em Jesus Cristo.
    O Império Romano estava em decadência moral. As pessoas não suportavam mais tanta barbaridade. Porém o Evangelho crescia na alma popular, e agora as classes dominantes de Roma já viam com bons olhos o heroísmo dos cristãos em suportarem as cruéis perseguições com tanto amor pelas promessas da imortalidade da alma, para além das provações aflitivas da existência humana.


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  6. CONHECEREIS A VERDADE, parte 3


    FINAL DO SÉCULO 4. O Império Romano governado por Constantino liberou publicamente o cristianismo em todas as nações do Império. A razão de sua conversão fora uma visão do símbolo da cruz no céu, durante a Batalha da Ponte Mílvia, em que venceu o inimigo na disputa pelo trono. Transcorrido esse período de calmaria sobe ao poder público: o imperador Teodósio, que desejando concentrar em Roma a matriz do cristianismo, constitui então o Catolicismo Apostólico Romano como a religião do estado romano. Com a instituição do Catolicismo o Império Romano estabeleceu a primazia do Bispo de Roma sobre todos os demais Bispos das congregações cristãs distribuídas nas demais regiões do mundo antigo, fato este que causou divisões entre os cristãos. Pois algumas congregações se opuseram a essa subordinação, por exemplo: Antiquióquia que era uma das primitivas do ano 42. Essa tomada de decisões abriu margem para quem se dizia cristão perseguir outro cristão. Doravante, repontam as heresias de crenças; as cruzadas religiosas e explorações de terras que incitam batalhas sanguinárias; as inquisições da crença que promovem perseguições cruéis em Tribunais intitulados de Santo Ofício e que, ao invés de anunciar a vida eterna lançam a morte atroz às pessoas que divergem fundamentos e princípios de crenças.

    MAIS DE DEZ SÉCULOS DE TRIBULAÇÕES fratricidas pela sobrevivência das idéias religiosas, até as reformas protestantes que aconteceram a partir do século XVI.

    Certamente que não se alcançará o raciocínio lógico destas lutas renovadoras da evolução social e que sensibilizam as lembranças humanas, ignorando-se o principio básico da vida e muito bem divulgado no Evangelho: a imortalidade da alma. Conscientizou Jesus: “Não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma”... (Mateus 10: 28)
    No mundo passareis por tribulações, mas tende bom animo eu venci, vós também vencereis... (João 16. 33)
    E confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus (Atos 14. 22)

    Jesus tinha onisciência que os seus ensinamentos morais iriam inflamar as intolerâncias religiosas do mundo antigo cheio de maldades, violências, pecados, transgressões, preconceitos, corrupções... Ele mesmo dá conhecimento destas coisas, quando esclarece: Não penseis que vim trazer paz ociosa à Terra... Não vim trazer esse tipo de paz; Mas, a ação da luta renovadora... Porque eu vim por em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra... E assim os oponentes do homem serão os seus próprios familiares (Mateus 10. 34 a 36). A sociedade não tinha uma base de fé unificada em Deus, os povos eram pagãos e os governos materialistas; as crenças que eram responsáveis de conduzir as Almas viviam se digladiando umas com as outras em guerras de extermínio e crueldade. E dessa forma a mensagem renovadora do Evangelho do Cristo iria levar séculos para solidificar na alma humana, e que os primeiros trabalhadores de sua causa seriam trucidados vivos nos palcos e circos humanos, como de fato aconteceu: séculos de lutas, tribulações e derramamento de sangue para a sociedade começar a respeitar e reverenciar a moral salvadora de Jesus.

    Estas divergências e lutas que ocasionaram muitas provações coletivas no plano físico terrestre elas se tornam perfeitamente elucidadas à luz e justiça da reencarnação das almas. Sem o princípio misericordioso da reencarnação da alma e seu trabalho progressivo de despertamento consciencial para o reino celestial, todas essas lutas e provações seriam incompreensíveis e estaria subordinado a um acaso cego e insensato.



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  7. CONHECEREIS A VERDADE, parte 4

    AGORA, a certeza que Jesus fez questão de ensinar nos Evangelhos sob o véu de figuras de linguagem, é que após as provações, que transcorrem com as tribulações e martírios dos seus seguidores na luta material. Nenhum deles ficaria desamparado na vida imortal do espírito após extinção do corpo carnal (Mateus 16. 24, 25 a 28), porque essas almas heróicas que perseverassem fiéis até o fim em suas provações, suas almas seriam salvas das tribulações do além túmulo, SEM PASSAR PELO DANO DA SEGUNDA MORTE (Apocalipse 2. 11) ou seja: expiações em corpo espiritual, porque estariam amparadas pelos anjos celestiais e conduzidas para o reino espiritual no seio invisível de Deus, E DESTA FORMA É QUE SE CUMPRE O ARREBATAMENTO ESPIRITUAL, do círculo terrestre para o seio imaterial da vida celestial, EM TODOS OS TEMPOS DA EVOLUÇÃO TERRÁQUEA, nos finais de ciclos de tribulações provacionais individuais, coletivas e gerais. A vinda de Jesus aos seus servos para arrebatá-los da atmosfera de sofrimentos da vida terrestre, quer dizer: as boas vindas que Ele, Jesus, dá as almas dos seus seguidores nos Portais extrafísicos da Vida eterna (Lucas 9. 27). Fiel é a palavra: se MORRERMOS com Ele, também com Ele VIVEREMOS (II Timóteo 2. 11). Vide situação aflitiva do ladrão arrependido na hora de sua morte física na cruz, ouve de Jesus a palavra de esperança para a existência de sua alma pós-túmulo: hoje mesmo estarás comigo no paraíso (Lucas 23. 43 )
    AFIRMOU JESUS: “Em verdade vos digo que não passará esta geração SEM que todas estas coisas aconteçam” (Mateus 24. 34) Figura de linguagem que se refere à época dos primeiros obreiros do cristianismo nascente.

    Se esperamos em Cristo nó nesta vida (material), somos os mais miseráveis de todos os homens...
    E há corpos celestes e corpos terrestres... Se há corpo animal, há também corpo espiritual...
    A CARNE E O SANGUE NÃO PODEM HERDAR O REINO DE DEUS (I Coríntios 15. 19 a 50).

    O reino de paz e amor iniciado por Jesus ainda não pertence a este mundo (João 18. 36). Apesar de nosso mundo, o planeta Terra, no plano extrafisico todo poder de direção espiritual ter sido delegado por Deus: a Jesus Cristo (Mateus 28. 18). A todos aqueles que seguem a moral cristã com consciência, Jesus está preparando novos lugares de bem-aventuranças celestiais, a desfrutar nas infinitas moradas nas dimensões espirituais da Casa Universal do Pai Criador (João 14. 1 a 3).
    Aparentemente apesar de não vermos Jesus com os olhos carnais, Ele está presente invisivelmente em nossas vidas participando interativamente, nos consolando nas lutas redentoras, nos inspirando pelo poder do divino espírito.
    “Estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos”. E o reino de Deus não vem com aparências exteriores (Lucas 17. 20 a 21). Nem dirão: ei-lo aqui, lá, acolá...
    É uma conquista individual e interior, ou seja, é um estado de espírito que alcançamos quando a nossa consciência desperta em si mesmo os sentimentos divinos do Cristo.


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  8. CONHECEREIS A VERDADE

    FINALMENTE,

    QUE DESPERTEM NAS IGREJAS os nossos irmãos em Cristo, pois na vida eterna que se desdobra nos planos celestiais divinos não existe aposentadoria compulsória, tal qual na existência física humana e ninguém será arrebatado em corpo físico carnal direto para os Céus, só é possível adentrarmos os planos imateriais divinos em corpo espiritual, DEPOIS DA MORTE DO CORPO CARNAL.
    Lembremo-nos do que ensinou Jesus: O Pai trabalha até hoje, assim também o Cristo, e todos os filhos da luz... E Deus é Espírito (João 4. 24)

    E quanto aos finais dos tempos que limitam as atividades humanas não nos compete preocuparmo-nos com os segredos que estão nos desígnios do Criador (Mateus 24. 36)
    E estarmos sempre atentos contra os falsos profetas, e ou líderes religiosos que utilizam o nome de Jesus para causar pânico na alma popular com assuntos escatológicos, pois nos importa acima de todas as provações: CULTIVAR A SERENIDADE CRISTÃ (Mateus 24. 17 a 18) (Mateus 24. 23 a 26).

    Evitemos assim o sensacionalismo místico de ARREBATAMENTO EM CORPO CARNAL, e busquemos trabalhar intensamente as nossas vidas para nos encontrar com Jesus nos ares, ou seja, nas dimensões espirituais superiores dos planos extrafísicos das moradas celestes (mundos divinos), APÓS A NOSSA JORNADA TERRESTRE.

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  9. DONS ESPIRITUAIS

    Sabemos que há no ser humano cinco sentidos que sensibilizam a sua existência e todos estão interligados à mente criadora, que coordena toda vida inteligente: visão, olfato, tato, paladar e audição. Nessas percepções de sentir a interação da vida carnal, o ser humano já parece perceber o sexto sentido que está integrado ao seu psiquismo, à sua espiritualidade; bem, é o sentido do futuro, do eu espiritual.

    ARREBATAMENTO ESPIRITUAL é também uma exteriorização mental para além do plano físico, é um sentido que desenvolvemos em nossa consciência espiritual para sentirmos a natureza extrafísica.


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