domingo, 1 de maio de 2011

CORPO,ALMA E ESPÍRITO,Boa Nova Celestial





          O homem é uma estrutura viva em três dimensões essenciais: corpo, alma e espírito (I Tessalonicenses 5. 23). Ou, como ensina a espiritualidade: energia, consciência e vida, ou mesmo como revelam os Espíritos: corpo, perispírito e espírito.


          Com a morte orgânica do homem desintegra-se o corpo carnal, que é composto de sangue, nervos, fibras. A massa molecular do corpo vai desfazer-se no seio terra.

           A alma/espírito sobrevive em outras dimensões extrafísicas da natureza cósmica. E, segundo a espiritualidade: a alma é o espírito encarnado consistindo-se no princípio inteligente do Universo, ser real, imaterial e individual que existe no homem e que sobrevive ao falecimento do corpo carnal, estando sujeito à evolução intelectual e moral, ou seja, se aperfeiçoar por meio da reencarnação em várias encarnações sucessivas até completar a perfeição superior, o estágio de Espírito puro. Assim o corpo carnal é uma vestimenta temporária destrutível, o espírito é indestrutível, por isso Jesus conscientizou: não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma - Mateus 10. 28
         E, concluiu Jesus: TEMEI, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo, ou seja, devemos ter reverência, respeito, amor ao nosso Criador, sentindo a sua magnânima presença em todas as coisas e tendo obediência às leis naturais que regem a vida, para que a nossa alma não venha a sofrer por negligência, fato esse suscetível de desencadear situações que geram aflições infernais, etimologia da palavra inferno: do latin infernum - profundezas, mundo inferior (planos astrais de expiações). 
          Na alma centralizam-se todos os sentidos e emoções do ser, e no espírito expressa a força imortal da vida, o principio vital da inteligência (Meditar ensinamento de Jesus, vide Lucas 16. 22 a 31).

          Você sabia que Jesus esclarecendo as razões das aflições humanas revelou, que: melhor seria para a criatura entrar na vida carnal deficiente do que, com todo o seu SER decair no inferno eterno - Mateus 18. 7, 8 e 9.  Outro exemplo real do sofrimento como efeito causal do pecado - erros e vícios preexistenciais, com consequências em várias reencarnações.
          Vide ensinamento de Jesus diante do paralítico de Betesda, que há 38 anos sofria (João 5. 5 a 14), depois de curá-lo fisicamente, orientou Jesus ao paralítico: "eis que ficastes são; não peques mais, para não te suceder aflições piores"
     
          Intensificando o espírito da palavra de Jesus: as nossas atitudes com a comunidade sócio-ambiental, e ações na vida de relação com os seres humanos reagem poderosamente na nossa estrutura psíquica. E quando vivemos em desarmonia com a vida e as pessoas de nossa convivência comprometemos a saúde mental dos sentidos psicofísicos da alma.
          Daí para que o ser espiritual não fique eternamente numa situação de sofrimento e degredo na vida astral, melhor é, para o ser retornar ao plano físico carnal e renascer necessitado do sentido (órgão) que lhe foi motivo de desacerto em reencarnações passadas, se refazendo e elevando-se interiormente no esforço regenerador perante os valores da vida eterna.
     
 Versículos para reflexionar: (João 6. 63) (Mateus 10. 26, 27 e 28) (I Coríntios 15. 43 a 44) (II Coríntios 3. 6) (I Tessalonicenses 5. 23)  (Hebreus 4. 12) (Eclesiastes 12. 6 a 7)
    
           Na integração com o PAI Celeste, tem mais valor, com Jesus: um sentimento consciencioso de perdão ao irmão de humanidade; atitudes íntimas de conciliações fraternas entre as pessoas inimigas, do que os atos exteriores nos altares de Templos (Mateus 5. 23 a 26)  (Mateus 6.  14 a 15) (Mateus 18. 32 a 35). 

          No antigo testamento bíblico, há 1.200 anos antes do Cristo, era instituído na Lei mosaica para aliviar as expiações das criaturas: o pagamento em ofertas/oferendas no Altar das congregações religiosas (Êxodo 30. 11 a 16). Jesus  renovou as atitudes e interação com o Pai Celeste, pelo sentimento de perdão e conciliação uns com os outros de pessoas que se hostilizam entre si (Mateus 5. 23 a 24 E Mateus 5. 43 a 48)


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